O lugar mais profundo dos oceanos do nosso planeta está a uma profundidade de 11034 metros abaixo da superfície marinha. Localizado no Pacífico próximo as Ilhas Marianas a grande fossa está entre as placas tectônicas das Filipinas e do Pacífico. O homem chegou a Fossa das Marianas pela primeira vez em 23 de janeiro de 1960 através de um batiscafo – um veículo submersível próprio para explorar águas profundas, capaz de suportar a pressão gigantesca da água – com dois mergulhadores. Anos depois em 1995 o lugar passou a ser explorado por um robô submarino. O último a descer nas profundezas da fossa foi o cineasta James Cameron em 25 de março de 2012 que gastou fortunas em sua expedição solitária chamada “Deep Sea Challenge” permanecendo no local por cerca de três horas.
Formação e relevo da fossa
Pelo difícil acesso, o local é hoje um dos lugares conhecidos do mundo menos explorado pela humanidade. O relevo da fossa é totalmente acidentado. Lá podem ser avistadas algumas plataformas, depressões, planícies submarinas, cordilheiras meso-oceânicas, cadeias de montanhas e grandes fendas abissais, tudo formado pelo movimento das placas tectônicas.Ainda segundo pesquisas publicadas pela Nature Geoscience descobriu-se níveis consideráveis de atividade microbiana na fossa, mesmo na total escuridão com temperaturas glaciares e a raríssima quantidade de alimentos disponível. Mas a Universidade da Dinamarca identificou que o local é rico em matéria orgânica o que manteria a atividade desses microrganismos.


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