Mostrando postagens com marcador Planeta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Planeta. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de abril de 2016

O que sabemos sobre o Universo?

Nosso Planeta     16:20     No comments
                                                                 Via Láctea no céu do deserto de Atacama


A visão noturna do céu é um belo espetáculo. Observar a Lua, planetas e estrelas é uma atividade, embora cada vez mais difícil nas grandes cidades, sempre muito prazerosa. Desde o alvorecer da humanidade, nos esforçamos para compreender o significado daqueles milhares de pontos brilhantes no firmamento. Alguns se destacam por se moverem em relação aos outros: são conhecidos desde a Antiguidade os cinco planetas vistos a olho nu – Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. No meio deles desfila a Lua, fazendo um intrincado balé regido pelos particulares movimentos planetários.
Milhares de estrelas, de diferentes tamanhos, cores e brilhos, fascinam a nossa imaginação não somente por causa da beleza, mas também pela persistência ao tempo, dando-nos a impressão de que são eternas e imutáveis. Ao longo dos séculos, procuramos encontrar conexões entre esses pontos brilhantes, imaginando ligações que simbolizavam muitas vezes os medos e crenças da alma humana. Figuras mitológicas, como deuses, heróis e seres fantásticos, foram projetadas no céu para representar esses sentimentos.

Enfim, a astronomia talvez seja a mais idosa das ciências. Os povos antigos, ao observarem o céu, já percebiam que os movimentos cíclicos do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas poderiam ser utilizados para prever o início das estações do ano, as cheias dos rios e as melhores épocas para plantio e colheita. Observações mais precisas também permitiam prever a ocorrência de fenômenos astronômicos como os eclipses lunares e solares, mostrando que era possível conhecer a ocorrência de acontecimentos futuros a partir da observação dos movimentos dos corpos celestes. 
Dessa percepção nasceu a astrologia, pseudociência que persiste até hoje, presente em jornais, portais da internet e outros meios de comunicação que divulgam as suas crenças. A astrologia, diferentemente da astronomia, tenta correlacionar as posições dos astros com os comportamentos individuais – uma associação impossível, por mais que algumas pessoas queiram acreditar nela.
Ainda assim, vejo beleza nessas interpretações: elas demonstram a capacidade humana de nos propormos a compreender o universo, criando modelos e teorias a partir da observação dos atores celestes no grande teatro cósmico. Nessa performance, que dura mais de uma dezena de bilhões de anos, ocupamos um local privilegiado na plateia, de onde podemos observar diferentes instantes do tempo: a imensidão do cosmos nos permite ver, no tempo presente, o passado remoto.

Olhar para o passado

Observar o céu é viajar ao passado. As imensas distâncias que existem entre nosso planeta e as estrelas fazem com que a luz proveniente delas leve muito tempo para chegar até a Terra. No caso do Sol, estrela mais próxima de nós, a cerca de 150 milhões de quilômetros de distância, a luz leva pouco mais de oito minutos para chegar aqui. A próxima estrela mais perto de nós, Alfa Centauri –  a mais brilhante da grande constelação do Centauro, ao lado do Cruzeiro do Sul –, está a ‘apenas’ 40 trilhões de quilômetros, uma distância que a luz demora quatro anos para percorrer.
Diante das enormes distâncias interestelares, trocamos a nossa régua de medida. Em vez de contar quilômetros, expressamos as distâncias em anos-luz: um ano-luz equivale a aproximadamente 10 trilhões de quilômetros. Para se ter uma ideia, o objeto mais distante que conseguimos observar a olho nu, a galáxia de Andrômeda, está a dois milhões de anos-luz de nosso planeta. A luz que vemos hoje de Andrômeda, portanto, saiu de lá em uma época em que a humanidade ainda não caminhava sobre a Terra, há dois milhões de anos.

Galáxia de Andrômeda

Física universal

A partir das observações que realizamos com a ajuda de aparelhos e, principalmente, das teorias físicas, conseguimos descrever corpos celestes que nos fascinam há milênios. Com aplicações da física quântica e da teoria da Relatividade, podemos explicar que as estrelas são aglomerados de gases em altíssimas temperaturas, nos quais a matéria está tão aquecida que os elétrons que circulam os núcleos atômicos são arrancados, deixando-a totalmente ionizada, no chamado estado de plasma. 
Essas temperaturas inimagináveis decorrem das reações de fusão nuclear no interior das estrelas, onde normalmente quatro núcleos do átomo de hidrogênio (um próton, que tem carga elétrica positiva) se combinam para formar um núcleo do átomo de hélio. Durante esse processo, dois prótons se transformam em dois nêutrons (partículas do núcleo atômico sem carga elétrica) e duas partículas conhecidas como pósitrons (com massa igual ao dos elétrons, mas com carga positiva) emergem, fazendo com que a contabilidade energética e de cargas se conserve.
As grandes massas das estrelas travam um cabo-de-guerra estelar entre a gravidade (que tende a comprimir toda a matéria das estrelas) e a pressão devida às altas temperaturas, na ordem de milhões de graus em seu interior. No final, esgota-se o combustível nuclear, levando a estrela a dois destinos possíveis, a depender de sua massa inicial: transmutar-se em pequena anã-marrom, sem brilho, ou explodir espetacularmente, transformando-se em supernova e brilhando por alguns meses com a intensidade de centenas de bilhões de estrelas.
Podemos fazer toda essa descrição pois acreditamos, e verificamos, que as leis da física são as mesmas para todos os lugares do universo e em todos os instantes do tempo. Ao observar como os átomos de hidrogênio emitem luz ao serem aquecidos – aconteça isso em um laboratório terrestre ou "em uma galáxia muito, muito distante" –, obtemos as mesmas informações. O movimento dos planetas ao redor de estrelas distantes é descrito pela mesma teoria da gravitação que descreve os planetas do nosso sistema solar ou explica a queda de uma maçã.
O fato extraordinário de que as leis físicas são as mesmas em todos os lugares e em todos os tempos é um dos mais importantes fundamentos da nossa ciência. Se não fosse assim, o universo pareceria um caos, em vez de um cosmos harmônico com movimentos e fenômenos bem estabelecidos.
Mas, é claro, nosso conhecimento sobre universo ainda está longe de se esgotar. Moramos em um pálido ponto azul que orbita uma estrela média entre as centenas de bilhões que existem em nossa galáxia, que também é apenas uma entre as centenas de bilhões que conhecemos. Estamos muito longe de compreender tudo o que existe no universo, e conhecemos apenas uma pequena parte do todo. 
Na extraordinária epopeia humana em busca do conhecimento, percorremos apenas poucos metros de uma longa estrada. Talvez nunca chegaremos ao final, mas sabemos que, desde que demos os primeiros passos, procuramos encontrar o nosso caminho e destino. Não é ousadia tentar compreender o universo – é o desejo que nos faz realmente humanos.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Cientista da NASA explica como chegar em Marte em apenas 30 minutos

Nosso Planeta     14:42     No comments
O cientista da NASA, Phillip Lubin, encontrou uma forma de viagem espacial que chamou a atenção do mundo, principalmente das agências espaciais, utilizando uma tecnologia a laser.

Atualmente, levamos cerca de 5 meses para chegar a Marte (que encontra-se a 1 UA da Terra (1 Unidade Astronômica equivale a distância média entre a Terra e o Sol). Imagine então quanto tempo levaria para chegar a outro sistema planetário? Seriam gerações e gerações nascendo e morrendo em uma nave espacial... quando chegássemos lá, talvez nem saberíamos mais o propósito da missão...

De modo breve e simples, o novo método apresentado por Phillip, chamado "Photonic Propulsion" (Propulsão Fotônica) usaria partículas de luz para ganhar velocidade no espaço. Basicamente, seria um canhão de laser e uma vela solar. O Laser lançaria uma grande quantidade de luz sobre a vela solar, e o resto já dá pra imaginar. Partículas de luz não possuem massa, mas possuem momentum e energia, e se refletida em um certo objeto, se transforma em impulso. E com uma grande vela solar, poderíamos acelerar uma nave espacial majestosamente pelo espaço, e chegar em Marte em apenas 3 dias. Brilhante!
nanosail-d - nasa
NanoSail-D. Créditos: NASA

E como se não bastasse, o cientista Phillip Lubin revelou recentemente que, se utilizarmos um laser extremamente poderoso, podemos chegar em Marte não em 3 dias, mas sim em 30 minutos! Isso mesmo: 30 minutos!

O conceito chamado "Propulsão de Energia Direta" foi apresentado no simpósio de Conceitos Avançados e Inovadores (NIAC) da NASA. Ele detalha todo seu projeto em um estudo de 52 páginas no jornal British Interplanetary Society.

Segundo Phillip, seria possível atingir mais de 1/4 da velocidade da luz em apenas alguns minutos. Isso seria suficiente para levar uma nave espacial até Marte em meros 30 minutos; ultrapassar a sonda Voyager 1 em menos de 3 dias; chegar a 1.000 UA em 12 dias e chegar em Alpha Centauri (a estrela mais próxima da Terra) em aproximadamente 15 anos. A nave espacial viajaria a cerca de 280 milhões de km por hora!


Um obstáculo no meio do caminho

Existem alguns empecilhos no projeto de Phillip Lubin, como por exemplo, qual seria o método utilizado para parar a espaçonave. A dificuldade de colisões com lixo espacial também seria um grande problema, mas de acordo com o cientista, o acúmulo de poeira interplanetária não afetaria na velocidade.


Outro probleminha a ser enfrentado, segundo alguns estudiosos, seria a "dilatação do tempo". No filme Interestelar, o personagem de Matthew McConaughey se aproxima de um buraco negro, e apesar de sua experiência ter durado apenas alguns minutos, passaram se anos aqui na Terra. O mesmo poderia acontecer com uma nave espacial tripulada viajando para Marte próximo da velocidade da luz. Apesar dos astronautas terem viajado por apenas 30 minutos, há uma chance dessa viagem durar décadas aqui na Terra.
Buraco negro do filme Interestelar
Buraco negro do filme Interestelar.
Créditos: divulgação

De qualquer forma, Phillip diz que viagens tripuladas a essa velocidade ainda estão longes de acontecer, e seu projeto foi pensado para uma nave não tripulada, e completa: "Essa tecnologia não é ficção científica."

O professor Phillip e seu grupo trabalham no programa Directed Energy Interstellar Precursors (Deep-In), que tem a missão de criar naves espaciais para viajar até as estrelas mais próximas. Mas como ele mesmo diz, essa viagem não necessariamente precisa ser feita por humanos.

"Não estamos propondo um sistema para enviar humanos à distâncias interestelares", disse Phillip. "Humanos são extremamente frágeis e requerem um grande suporte. Missões robóticas são muito mais viáveis para explorações interestelares no futuro".

Fonte: NASA
Imagens: (capa-ilustração/UCSB Experimental Cosmology Group) / NASA / divulgação

sábado, 9 de janeiro de 2016

Quanto perigoso poderia ser uma viagem a Marte

Nosso Planeta     19:06     No comments
Quando o Mars Science Laboratory (MSL), lançado 26 de novembro de 2011, por sua histórica viagem ao planeta vermelho, que trouxe ao longo de um instrumento para medir a radiação no interior da nave espacial como ele viajou através do espaço.

Os cientistas divulgou os resultados de que Radiation Assessment Detector (RAD) e deu uma estimativa da dose de radiação que os humanos poderiam receber durante uma ida e volta da Terra a Marte em 31 de maio da revista Science. Engenheiros esperou cerca de duas semanas a partir do lançamento antes de ligar o RAD.

A partir de 06 dezembro de 2011, até 14 de julho de 2012, o instrumento de medida as energias de radiação de partículas resultantes de eventos solares (como explosões solares e ejeções de massa coronal) e raios cósmicos galácticos (elétrons de alta energia, prótons e núcleos mais pesados ​​que zip em torno do espaço). Os cientistas medem as doses de radiação em uma unidade de Sieverts (Sv), o que dá a quantidade de energia ionizante por unidade de massa. Para referência, uma tomografia computadorizada da cabeça proporciona cerca de 2 millisieverts (mSv), enquanto uma tomografia computadorizada do abdome proporciona cerca de 8 tnSv.

Risco de radiação.  A viagem de e para Marte irá expor os astronautas a altas doses de radiação, aumentando potencialmente sua chance de conseguir um câncer fatal em até 5 por cento - e que não leva em consideração a quantidade de tempo despendido a explorar a superfície do planeta vermelho
Risco de radiação. A viagem de e para Marte irá expor os astronautas a altas doses de radiação, aumentando potencialmente sua chance de conseguir um câncer fatal em até 5 por cento - e que não leva em consideração a quantidade de tempo despendido a explorar a superfície do planeta vermelho

Os cientistas dizem que um "round trip mission" levando os seres humanos ao planeta vermelho levaria 360 dias utilizando melhores métodos de propulsão de hoje. Assim, astronautas Mars iria experimentar uma dose de 662,4 mSv dos raios cósmicos em adição à radiação a partir de eventos solares. Este número de factores em única exposição à radiação do percurso, e não a quantidade de radiação que faz com que a superfície de Marte, onde poderiam ser estacionado até um ano.

Um ofício fortemente blindado irá diminuir o risco de câncer, mas não tanto como se poderia inicialmente esperar: a maioria dos raios cósmicos passar através de material de proteção e pode criar chuveiros de partículas. A mesma dosagem entregue a uma fêmea e macho em um resultado ligeiramente diferentes taxas de cancro fatal. A 360 dias Mars viagem aumenta a chance de um astronauta masculina de obter um câncer fatal em cerca de 4 por cento, mas que mesmo percurso aumenta a chance de uma fêmea por cerca de 5 por cento.

Um piloto de avião normalmente recebe cerca de 5 mSv por ano, limite de um trabalhador de radiação é de 50 mSv por ano, e um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional recebe cerca de 200 mSv por ano. NASA limita dose de radiação de um astronauta ao que causaria um aumento de 3 por cento em câncer fatal, e esse valor pode variar de 370 mSv para uma mulher de 25 anos de idade a 1,15 Sv por um homem de 50 anos de idade. O estudo equipe Zeitlin mais uma vez mostra que uma viagem de exploração humana a Marte será um empreendimento perigoso.

Via Láctea pode ter bilhões Planetas que poderia suportar a vida

Nosso Planeta     15:12     No comments
De acordo com pesquisadores dinamarqueses e australianos que usaram uma versão melhorada de uma teoria velha de 250 anos (A lei Tício-Bode), existem bilhões de estrelas na Via Láctea localizados na "zona habitável", onde pode existir água líquida, e com ela, a vida como a conhecemos.
Para um planeta ter água líquida - algo necessário para suportar a vida como a conhecemos - tem que estar dentro de uma determinada distância de sua estrela. Muito perto, a água evapora. Muito longe, e é um deserto congelado.

Usando o telescópio Kepler, astrônomos descobriram mais de mil exoplanetas da nossa galáxia. A maioria dos sistemas planetários descobertos têm 2-6 planetas, mas porque Kepler só é adequado para a descoberta de planetas próximos a sua estrela, muitos outros podem mentir por descobrir.

Quando você está trabalhando em escalas tão grande, que na sua maioria se torna uma questão de estatísticas, por isso os pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália e do Niels Bohr Institute, em Copenhague queria calcular a probabilidade para o número de estrelas na Via Láctea que pode ter planetas na zona habitável, usando o que Kepler descobriu como um tamanho da amostra.

Os cálculos mostram que bilhões de estrelas na Via Láctea terá um a três planetas na zona habitável, onde há o potencial para a água líquida e onde poderia existir vida.

Steffen Kjær Jacobsen explica: "Decidimos usar a lei Tício-Bode para calcular os potenciais posições planetárias em 151 sistemas planetários, onde o satélite Kepler tinha encontrado entre três e seis planetas. Em 124 dos sistemas planetários, a lei Tício-Bode se encaixam com a posição dos planetas.

"Usando a lei de TB tentamos prever onde poderia haver mais planetas ainda mais nos sistemas planetários. Mas nós só fez os cálculos para planetas onde há uma boa chance de que você pode vê-los com o satélite Kepler ".

Previram havia planetas 228 nos sistemas 151, inserindo o local provável de planetas no padrão entre aqueles cuja sequência já pode ser observada. Eles também acrescentaram um planeta extra além o mais externo na sequência.

Os pesquisadores avaliaram o número de planetas na zona habitável com base nos planetas extra e de acordo com a lei Tício-Bode para os 151 sistemas planetários. Eles descobriram que havia um a três planetas na zona habitável de cada sistema planetário.

"De acordo com as estatísticas e as indicações que temos, uma boa parte dos planetas na zona habitável será planetas sólidos onde pode haver água líquida e onde poderia existir vida", disse Jacobsen.

Extrapolando o cálculo para mais longe, isso significava que em apenas nossa própria galáxia, poderia haver milhares de milhões de estrelas com planetas nesta zona possivelmente de vida sustentável, acrescentou o comunicado.
Para ajudar a confirmar a sua teoria, eles já sinalizado uma série de supostos planetas Goldilocks que Kepler deve ser capaz de ver em algum momento. Eles esperam que outros cientistas irão identificá-los, adicionar peso para os "planetas perdidos" eles já calculados.

Infelizmente, sendo na zona habitável não significa que a água líquida está presente - ea presença de água em estado líquido não significa necessariamente que a vida nunca pode, vai, ou não existia. Mas aqui está esperando.

Bottom line: Usando satélite Kepler da NASA, os astrónomos descobriram cerca de 1.000 planetas em torno de estrelas na Via Láctea e eles também descobriram cerca de 3.000 outros planetas em potencial. Muitas das estrelas tem sistemas planetários com duas a seis planetas, mas as estrelas poderia muito bem ter mais planetas do que aqueles praticados com o satélite Kepler, que é mais adequada para encontrar planetas que orbitam relativamente grandes perto das suas estrelas.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Imagem Ao Vivo do Espaço Capturadas Pela Estação Espacial

Nosso Planeta     20:38     No comments


Gosta de acompanhar notícias sobre o espaço ? A NASA disponibiliza 3 câmeras ao vivo (24/7) com imagens capturadas pela estação espacial internacional! Através de duas câmeras externas (Uma em HD), você poderá acompanhar tudo lá de cima ! A terceira câmera, está voltada para os astronautas e ultimas notícias. Ficou curioso? Dê uma olhada!
Acompanhe algumas câmeras da NASA acopladas no ISS:
(HD CAM)



Blog Nosso Planeta

Nosso Planeta é um blog sobre conhecimento gerais. Criado em 2014.
PageRank

Translate

Seguidores

Postagens Por E-mail

Coloque seu endereço de e-mail.
© 2016 Nosso Planeta | Todos Direitos Reservados