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domingo, 17 de junho de 2018

Um homem filmou o céu por 7 dias e o resultado foi impressionante

Nosso Planeta     20:28     No comments
Este vídeo foi filmado ao longo de 7 dias no El Teide, a montanha mais alta da Espanha. É conhecido como um dos melhores lugares do mundo para fotografar estrelas.
As imagens obtidas por ele são incrivelmente mágicas e nos fazem pensam o quanto o nosso planeta é maravilhoso e único.
Então, caros leitores, ligue o som e ative HD em tela cheia para ter essa experiência singular.


Simplesmente maravilhoso!!!! Compartilhe estas imagens de tirar o fôlego com seus amigos e comentem.

12 mistérios do Nosso Planeta que ainda não desvendamos

Nosso Planeta     20:21     No comments

1. Nunca chegamos ao manto

Sismólogos acreditam que o núcleo interior do nosso planeta é sólido, enquanto o externo é líquido e fundido. Em seguida, o manto, sobre o qual a crosta está deslizando. No entanto, ainda não temos ideia do que consiste, pois nunca chegamos a ele: a profundidade é de 30 a 2.900 km, e a maior profundidade que o ser humano já alcançou, é o furo da Kola, na Rússia, que tem apenas 12,3 km de profundidade.

2. Os polos magnéticos podem mudar

Os pólos magnéticos da Terra podem se mover e até mesmo mudar a direção, e os cientistas descobriram que isso aconteceu muitas vezes. A última mudança aconteceu há 10 milhões de anos e provavelmente ocorrerá novamente, mas ninguém sabe o porquê.

3. Nós tínhamos duas luas

Os astrônomos dizem que a Terra tinha dois satélites cerca de 4,6 milhões de anos atrás. O segundo tinha cerca de 1.200 km de distância e seguiu a mesma órbita que a Lua faz até que colidiram. Tal cataclismo pode explicar por que os dois lados da Lua são tão diferentes.

4. Terremotos lunares

Por sinal, poucos sabem que há terremotos na Lua também. Ao contrário dos nossos, eles não são tão poderosos e ocorrem muito raramente. Há uma teoria de que eles acontecem por causa das forças de maré do Sol e da Terra, bem como a queda de meteoritos.

5. A Terra gira bem rápido

A Terra gira a 1.600 km/h, e, seu movimento de translação é ainda mais rápido, 108.000 km/h. Nós, porém, só podemos sentir o movimento quando sua velocidade muda. Graças à velocidade constante e da força da gravidade, não sentimos isso.

6. O tempo está crescendo

Há 620 milhões de anos, um dia na Terra durava 21,9 horas. A Terra está diminuindo gradualmente, mas acontece a uma taxa de cerca de 70 milissegundos por 100 anos, então demoraria 100 milhões de anos para um dia para durar 24 horas.

7. Gravidade estranha

Nosso planeta não é uma esfera, então existem áreas de gravidade alta e baixa. Uma dessas anomalias é a Baía de Hudson no Canadá. Os cientistas descobriram que a fraca gravidade é devido à baixa densidade da Terra devido ao rápido derretimento das geleiras.

8. Os extremos de temperatura da Terra

O lugar mais quente do planeta está em Al Aziziya, Líbia, com temperaturas que chegam a 58°С. O mais frio é o continente Antártico, onde vai até -73°С. Mas a temperatura mais baixa já observada foi registrada na estação russa Vostok em 21 de julho de 1983 (-89.2°С).

9. O planeta está gravemente poluído

Esta não é exatamente uma novidade. No entanto, os astronautas dizem que, em 1978, a visão da Terra era bastante diferente disso que vemos agora. Com muitos destroços espaciais e resíduos, nosso planeta azul-verde-branco está ficando marrom-cinza-preto.

10. A Terra consiste em ferro, oxigênio e silício.

Se separássemos os elementos que constituem nosso planeta, seria assim: 32,1% de ferro, 30,1% de oxigênio, 15,1% de silício e 13,9% de magnésio. A maior parte do ferro (cerca de 90%) está contida no núcleo, enquanto a crosta contém, em maior parte, oxigênio (47%).

11. A Terra era roxa

As plantas antigas usavam retinaldeído em vez da clorofila para absorver a luz, o que os fazia refletir de volta ao vermelho e ao azul, não ao verde, dando roxo como resultado. Aliás, certas bactérias ainda utilizam retinaldeído.

12. Um oceano escondido

Os cientistas encontraram uma enorme piscina abaixo da superfície da Terra em 410-660 km. Tem 2,7 bilhões de anos e foi encontrado graças à ringwoodita (um mineral) contida no manto. A água está sob imensa pressão, e seu volume é suficiente para preencher três vezes todos os oceanos da Terra. Isso deu origem a uma teoria de que os oceanos apareceram devido a uma explosão subterrânea do oceano.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

7 Curiosidades sobre Nosso Planeta que você não sabia

Nosso Planeta     17:55     No comments
Nosso planeta é sem dúvida um lugar incrível e misterioso. A Terra já está flutuando por aí no espaço já tem uns bons 4.5 Bilhões de anos e já passou por poucas e boas.  Por exemplo, 5 grandes extinções e alguns punhados de meteoritos caindo nos lugares mais inusitados. Contudo, nossa amada Terra está aí firme e forte resistindo contra todas as ameaças (inclusive a nossa). Tantas coisas nós temos para aprender com ela, pois a grande verdade é que nós a conhecemos a muito pouco tempo.
A Terra é fantástica e possui muitas histórias para nos contar, tudo que precisamos é escuta-la. Fatos Desconhecidos traz 7 coisas que provavelmente você não sabia sobre esse planeta que mal conhecemos, mas já consideramos "pacas".

1  Monte Everest não é a maior montanha do mundo

No Hawaii existe um vulcão chamado Mauna Kea que alcança atitude de 4.205 metros acima do nível do mar. Contudo, A maior parte deste vulcão está submerso. Se medirmos à partir da base do Mauna Kea, você terá a medição de 10.203 metros de altura, que é 1.355 metros maior que o Monte Everest

2  O local mais seco do mundo é localizado na Antártica

Muitas pessoas acreditam que o lugar mais seco do mundo se localiza no deserto do Atacama, mas nas verdade esse título vai para os Vales Secos de McMurdo. Localizado na Antártica, essa região não tem uma chuvinha a aproximadamente 2 milhões de anos. A velocidade do vento nesse local pode chegar a 320 Km/h.

3 O planeta só possui 3% de água potável

A não ser que você queira beber água do mar e morrer (aqui o que acontece se você beber água salgada demais) é melhor começarmos parar de poluir nossas reservas e rios. Sim, Terra planeta água, mas Terra planeta água salgada. 97% da água do planeta não é consumível. 70% da água potável do planeta hoje está congelada em geleiras e 20% no Lago Baikal localizado na Russia e Mongólia.

4 A lua já fez parte de nosso planeta

Alguns cientistas sugerem que a 4.36 Bilhões de anos atrás a Terra se chocou com um objeto que, hipoteticamente, possuía a mesma massa de nosso planeta. Esse objeto foi chamado de Theia. Com a colisão de Theia e a Terra veio a se formar  a Lua, nosso único satélite. Isso daria uma bom mito grego não é mesmo?

5 Estados vizinhos pode ter 24 horas de diferença

Sim, e isso é bem curioso não é mesmo? Apesar da Samoa Americana ter somente 2,000 km de distância das Ilhas de Kiribati, a diferença no fuso é de 25 horas. Isso realmente iria confundir sua relógio biológico.

6 Um organismo unicelular já extinguiu toda vida na Terra.

No período permiano, existiam vários bichos bem bacanas como insetos gigantes e lagartos igualmente grandes. Bom, ai surgiu um camarada, que na verdade era uma bactéria chamada Methanosarcina, e extinguiu 90% de todas as espécies do planeta. Sim, um organismo unicelular pode causar esse estrago.

7  Pangeia Última

Antigamente, ali por volta de 335 - 175 milhões de anos atrás, existia um super continente chamado Pangeia, que antes de se separar e formar o que conhecemos pelos continentes hoje em dia, era uma grande massa de terra.  Muitos anos se passaram, e essa massa de terra se dividiu em duas grande massas de terra. Essas massas de terra se dividiram em 7 massas de terra menores, os continentes. Cientistas teorizam que tudo indica que teremos uma nova Pangeia da alguns milhões de anos.  Pageia Última foi o nome dado para essa nova união dos continentes.

sábado, 2 de setembro de 2017

Documentário: Vulcões | Ciência Viva

Nosso Planeta     19:26     No comments
Eles podem adormecer durante séculos e depois acordar com uma fúria terrível. Sua força pode queimar, esmagar e enterrar. Esta é a história de como os vulcões surgem na Terra e as diferentes formas como eles ameaçam a vida do planeta. A ciência e a força surpreendente dos vulcões fatais Espero que gostem do vídeo!

domingo, 21 de agosto de 2016

Nade entre os corais neste vídeo em 360º

Nosso Planeta     23:16     No comments

Nade entre os corais indonésios neste vídeo em 360º

Existe a possibilidade de não existirem mais recifes de corais até o fim das nossas vidas. Na costa de Papua Ocidental, na Indonésia, existem mais de 600 tipos de coral e 1765 espécies diferentes de peixes. Através deste incrível vídeo em 360º, é possível visualizar a biodiversidade da região e como ela tem evitado uma morte prematura.
“Valen’s Reef” é um ídeo de realidade virtual produzido pela ONG Conservation International, que pode ser visto exclusivamente no Youtube e participou do festival de Cannes. O vídeo conta a história de Valen, filho do cientista Ronald Mambrasar e do programa comunitário de conservação, o Bird’s Head Seascape Initiative, que transformou a região em um brilhante exemplo de um ecossistema de recife de coral.
“Nossos oceanos estão sob uma ameaça severa, mas sabemos que um método – a conservação baseada na comunidade – pode e faz uma diferença mensurável”, afirmou o Dr. M. Sanjayan, vice presidente executivo e cientista da ONG. “Em ‘Valen’s Reef’, nós usamos o poder da realidade virtual para transportar as pessoas para o mar com a maior diversidade biológica do planeta, e uma das maiores histórias de conservação bem sucedida do nosso tempo, visando inspirar o amor e apoio aos oceanos.”

Veja o filme abaixo em 4K. Também é possível arrastar para “mover” a cena ao redor usando o mouse ou arrastando a tela do seu dispositivo.


(Fonte: Climatologia Geografica)

domingo, 14 de agosto de 2016

Vídeo mostra a Escala do Universo

Nosso Planeta     23:24     No comments
Você consegue imaginar qual é a dimensão do planeta em que vive? O quão pequeno é um elétron ou uma molécula de DNA e quão grande é o Sol ou até mesmo o Universo? Através da animação interativa Scale of the Universe 2 (do inglês, Escala do Universo), criada por Cary Huang e Michael Huang, é possível ter essa noção ao comparar os diversos desenhos.

Ao deslizar a barra para a esquerda, alcançamos a escala do micro, passando por pequenos organismos até partículas sub-atômicas. Na escala intermediária temos pequenos objetos, animais, monumentos e países. Deslizando para a direita, viajamos pela o nível macro para ter uma ideia do tamanho de planetas, estrelas, nebulosas e do Universo. Para ter uma breve descrição dos objetos, basta clicar sobre eles.

E por falar em escala do Universo, o vídeo abaixo, criado pelo American Museum of Natural History, também oferece uma noção do tamanho do Universo, mas em três dimensões.

Imagem: Scale of the Universe 2


vídeo de 365 dias da Terra em apenas alguns minutos

Nosso Planeta     17:52     No comments
A NASA divulgou um vídeo que mostra 365 dias de vida da Terra em 2 minutos. O pequeno filme foi realizado com mais de 3.000 fotografias tiradas do espaço. As imagens foram tiradas pela câmera Earth Polychromatic Imaging Camera (EPIC), do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês). DSCOVR foi levado ao espaço em fevereiro de 2015 pelo foguete Falcon 9, da SpaceX.


Após o satélite chegar no Ponto Lagrange-1 (local do espaço onde as gravidades da Terra e do Sol se igualam e mantêm o satélite no lugar), a aproximadamente 1,6 milhão de quilômetros da Terra, EPIC enviou sua primeira imagem (em 6 de julho de 2015). Nos 365 dias seguintes, a câmera capturou uma fotografia da nossa “casa” a cada duas horas para monitorar as mudanças em nosso planeta. Ao final do vídeo é possível visualizar a sombra causada pela passagem da Lua entre o Sol e a Terra, em março deste ano. Confira abaixo o incrível vídeo de um ano de vida da Terra em 2 minutos (em inglês):


O asteroide chamado 'Bennu" que poderá destruir a Terra

Nosso Planeta     15:15     No comments

NASA lançará, uma sonda em direção ao asteroide Bennu para coletar amostras da sua superfície.


Desde 1999, a NASA conhece o asteroide Bennu e teme que ele possa se chocar com a Terra. Segundo os cálculos, há chances de uma colisão por volta do ano 2135, e as consequências seriam catastróficas.

O asteroide foi batizado de Bennu, nome cuja origem está relacionada a uma ave da mitologia egípcia, que significa morte. De acordo com a Nasa, Bennu viaja em torno do Sol a uma velocidade de 101.389 km/h e pode ser visto a cada seis anos a partir da Terra.

Uma das finalidades mais importantes da missão da Nasa, que começa em setembro, é determinar como a órbita de Bennu pode ser afetada pelo aquecimento ou esfriamento de sua superfície pela luz solar durante o dia. O asteroide é aquecido pela luz solar, aumenta a sua temperatura e emite radiação térmica em diferentes sentidos durante seu movimento de rotação. 



Esse fenômeno é conhecido como Efeito de Yarkovsky, que com o tempo altera sua órbita.



Sonda OSIRIS-REx
Foram anos de estudos para criar a sonda OSIRIS-REx. Essa sonda viajará por dois anos até chegar na superfície de Bennu. Os cientistas envolvidos na sua criação alegam que o aparelho não terá dificuldades em resistir à viagem espacial.

"Nós a projetamos para ser robusta e capaz de durar um longo tempo no espaço", explica a Nasa. A previsão é que a sonda OSIRIS-REx pouse na superfície do asteroide em 2018 e esteja de volta à Terra em 2023.



O outro grande objetivo da missão é conseguir estudar, através de amostras coletadas, a origem do nosso Sistema Solar e da vida. Acredita-se que essas amostras sejam ricas em material carbônico e orgânico.

"Queremos ver o que Bennu testemunhou ao longo de sua evolução", disse um cientista da Nasa.




Fonte: BBC
Imagens: Divulgação/Nasa

sábado, 13 de agosto de 2016

E se a Terra Possuísse Anéis Como os de Saturno?

Nosso Planeta     19:20     No comments



Os anéis de Saturno são incríveis, verdadeiros objetos de contemplação. Desde que foram observados pela primeira vez por Galileu, em 1610, têm sido uma estrutura de interesse científico constante e de fascínio popular. Composto por bilhões de partículas de gás, poeira e rochas (que variam do tamanho de uma bola de futebol à de uma casa), estes anéis abrangem uma distância de cerca de 282.000km – três quartos da distância entre a Terra e a Lua – ou 30 quintilhões de quilogramas de matéria bruta (quer dizer, 3 x 10^18 kg).


Todos os gigantes gasosos do Sistema Solar, de Júpiter à Netuno, têm o seu próprio sistema de anéis – ainda que não sejam tão visíveis ou pitorescos. Infelizmente, nenhum dos planetas terrestres (ou seja, Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) detém um sistema deste tipo. Mas como seria se a Terra tivesse? Deixando de lado as exigências físicas para que um sistema de anéis existisse em nosso planeta, qual seria a nossa sensação em olhar para cima e ver belos anéis planetários circundando nosso céu?
É precisamente esta questão que inspirou Kevin Gill, um engenheiro de software que trabalha na análise e coleta de dados de pesquisa da Jet Propulsion Laboratory (NASA) a criar um modelo simulatório de anéis planetários orbitando a Terra, o “Rings Over Earth”. Usando fotos que ele mesmo tirou de lugares em que viajou Estados Unidos afora, reeditou-as com o Photoshop e o software de animação 3D Maya para adquirir os resultados exibidos, sobrepondo os anéis (em escala) sob os céus da Terra.
Ao fazer isso, ele foi capaz de dar aos entusiastas da Astronomia um vislumbre realista do que seria olhar para o céu (especificamente de New Hampshire, San Bernardino, Los Angeles e Pasadena) e ver um sistema de anéis semelhantes ao de Saturno. E como você pode ver pelas fotos, o resultado final é bastante deslumbrante e inspirador.

As fotografias mostram como os anéis apareceriam em diferentes momentos do dia. Por exemplo, a foto de San Bernardino mostram os anéis tendo em vista o céu da manhã, com o Sol coroando a vista no horizonte. A foto de Pasadena mostram os anéis ao meio-dia, com o Sol à pino iluminando-os.
Depois, há as fotos tiradas do Observatório Griffith, mostrando o sistema no céu noturno de Los Angeles com a Lua crescente não muito longe. Por fim, a de New Hampshire expõe uma seção de anéis obscurecida pela sombra da Terra.
Artigo-021_terceiroAh, e têm a representação artística de como os anéis pareceriam a partir da órbita da Terra, que você pode ver abaixo. Sem dúvida, um sistema tão colossal destruiria qualquer satélite artificial que um dia fora lançado no espaço, a incluir também a ISS. Mas, como o próprio Kevin disse, o projeto não foi um exercício de plausibilidade, mas de diversão.
Surreal imaginar algo assim, não? Mas, de fato, a Terra um dia possuiu um sistema de anéis. Eles foram o resultado de uma colisão que nosso planeta sofreu com um astro do tamanho de Marte, denominado Theia, há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás. Os destroços aglutinaram-se aos poucos, originando a Lua. O processo de origem dos anéis de Saturno foi inverso: um satélite já desenvolvido aproximou-se demais do planeta, que o destruiu com sua esmagadora força gravitacional – o que sobrou do satélite originou os anéis, que se mantêm até hoje.


sábado, 2 de abril de 2016

O que sabemos sobre o Universo?

Nosso Planeta     16:20     No comments
                                                                 Via Láctea no céu do deserto de Atacama


A visão noturna do céu é um belo espetáculo. Observar a Lua, planetas e estrelas é uma atividade, embora cada vez mais difícil nas grandes cidades, sempre muito prazerosa. Desde o alvorecer da humanidade, nos esforçamos para compreender o significado daqueles milhares de pontos brilhantes no firmamento. Alguns se destacam por se moverem em relação aos outros: são conhecidos desde a Antiguidade os cinco planetas vistos a olho nu – Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. No meio deles desfila a Lua, fazendo um intrincado balé regido pelos particulares movimentos planetários.
Milhares de estrelas, de diferentes tamanhos, cores e brilhos, fascinam a nossa imaginação não somente por causa da beleza, mas também pela persistência ao tempo, dando-nos a impressão de que são eternas e imutáveis. Ao longo dos séculos, procuramos encontrar conexões entre esses pontos brilhantes, imaginando ligações que simbolizavam muitas vezes os medos e crenças da alma humana. Figuras mitológicas, como deuses, heróis e seres fantásticos, foram projetadas no céu para representar esses sentimentos.

Enfim, a astronomia talvez seja a mais idosa das ciências. Os povos antigos, ao observarem o céu, já percebiam que os movimentos cíclicos do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas poderiam ser utilizados para prever o início das estações do ano, as cheias dos rios e as melhores épocas para plantio e colheita. Observações mais precisas também permitiam prever a ocorrência de fenômenos astronômicos como os eclipses lunares e solares, mostrando que era possível conhecer a ocorrência de acontecimentos futuros a partir da observação dos movimentos dos corpos celestes. 
Dessa percepção nasceu a astrologia, pseudociência que persiste até hoje, presente em jornais, portais da internet e outros meios de comunicação que divulgam as suas crenças. A astrologia, diferentemente da astronomia, tenta correlacionar as posições dos astros com os comportamentos individuais – uma associação impossível, por mais que algumas pessoas queiram acreditar nela.
Ainda assim, vejo beleza nessas interpretações: elas demonstram a capacidade humana de nos propormos a compreender o universo, criando modelos e teorias a partir da observação dos atores celestes no grande teatro cósmico. Nessa performance, que dura mais de uma dezena de bilhões de anos, ocupamos um local privilegiado na plateia, de onde podemos observar diferentes instantes do tempo: a imensidão do cosmos nos permite ver, no tempo presente, o passado remoto.

Olhar para o passado

Observar o céu é viajar ao passado. As imensas distâncias que existem entre nosso planeta e as estrelas fazem com que a luz proveniente delas leve muito tempo para chegar até a Terra. No caso do Sol, estrela mais próxima de nós, a cerca de 150 milhões de quilômetros de distância, a luz leva pouco mais de oito minutos para chegar aqui. A próxima estrela mais perto de nós, Alfa Centauri –  a mais brilhante da grande constelação do Centauro, ao lado do Cruzeiro do Sul –, está a ‘apenas’ 40 trilhões de quilômetros, uma distância que a luz demora quatro anos para percorrer.
Diante das enormes distâncias interestelares, trocamos a nossa régua de medida. Em vez de contar quilômetros, expressamos as distâncias em anos-luz: um ano-luz equivale a aproximadamente 10 trilhões de quilômetros. Para se ter uma ideia, o objeto mais distante que conseguimos observar a olho nu, a galáxia de Andrômeda, está a dois milhões de anos-luz de nosso planeta. A luz que vemos hoje de Andrômeda, portanto, saiu de lá em uma época em que a humanidade ainda não caminhava sobre a Terra, há dois milhões de anos.

Galáxia de Andrômeda

Física universal

A partir das observações que realizamos com a ajuda de aparelhos e, principalmente, das teorias físicas, conseguimos descrever corpos celestes que nos fascinam há milênios. Com aplicações da física quântica e da teoria da Relatividade, podemos explicar que as estrelas são aglomerados de gases em altíssimas temperaturas, nos quais a matéria está tão aquecida que os elétrons que circulam os núcleos atômicos são arrancados, deixando-a totalmente ionizada, no chamado estado de plasma. 
Essas temperaturas inimagináveis decorrem das reações de fusão nuclear no interior das estrelas, onde normalmente quatro núcleos do átomo de hidrogênio (um próton, que tem carga elétrica positiva) se combinam para formar um núcleo do átomo de hélio. Durante esse processo, dois prótons se transformam em dois nêutrons (partículas do núcleo atômico sem carga elétrica) e duas partículas conhecidas como pósitrons (com massa igual ao dos elétrons, mas com carga positiva) emergem, fazendo com que a contabilidade energética e de cargas se conserve.
As grandes massas das estrelas travam um cabo-de-guerra estelar entre a gravidade (que tende a comprimir toda a matéria das estrelas) e a pressão devida às altas temperaturas, na ordem de milhões de graus em seu interior. No final, esgota-se o combustível nuclear, levando a estrela a dois destinos possíveis, a depender de sua massa inicial: transmutar-se em pequena anã-marrom, sem brilho, ou explodir espetacularmente, transformando-se em supernova e brilhando por alguns meses com a intensidade de centenas de bilhões de estrelas.
Podemos fazer toda essa descrição pois acreditamos, e verificamos, que as leis da física são as mesmas para todos os lugares do universo e em todos os instantes do tempo. Ao observar como os átomos de hidrogênio emitem luz ao serem aquecidos – aconteça isso em um laboratório terrestre ou "em uma galáxia muito, muito distante" –, obtemos as mesmas informações. O movimento dos planetas ao redor de estrelas distantes é descrito pela mesma teoria da gravitação que descreve os planetas do nosso sistema solar ou explica a queda de uma maçã.
O fato extraordinário de que as leis físicas são as mesmas em todos os lugares e em todos os tempos é um dos mais importantes fundamentos da nossa ciência. Se não fosse assim, o universo pareceria um caos, em vez de um cosmos harmônico com movimentos e fenômenos bem estabelecidos.
Mas, é claro, nosso conhecimento sobre universo ainda está longe de se esgotar. Moramos em um pálido ponto azul que orbita uma estrela média entre as centenas de bilhões que existem em nossa galáxia, que também é apenas uma entre as centenas de bilhões que conhecemos. Estamos muito longe de compreender tudo o que existe no universo, e conhecemos apenas uma pequena parte do todo. 
Na extraordinária epopeia humana em busca do conhecimento, percorremos apenas poucos metros de uma longa estrada. Talvez nunca chegaremos ao final, mas sabemos que, desde que demos os primeiros passos, procuramos encontrar o nosso caminho e destino. Não é ousadia tentar compreender o universo – é o desejo que nos faz realmente humanos.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Quantos satélites existem atualmente em órbita com a Terra?

Nosso Planeta     15:03     1 comment
A reposta é simples: 2 783 satélites orbitam a Terra atualmente, isso segundo estimativas da Força Aérea americana. Os satélites mais comuns são os que possibilitam transmissões globais de TV e auxiliam na previsão do tempo, os mais recentes são os de telefonia e de navegação GPS. Existem também aqueles que exercem diversas funções, como por exemplo os Intelsats, que servem tanto para transmitir sinais de TV quanto para completar chamadas telefônicas.

Outros modelos são para uso militar (espionagem), científico (monitoração do meio ambiente). Para você ter uma ideia só no ano passado foram colocados em órbita 81 satélites, mas nem todos são para nosso uso.


Ele começaram a serem lançados em 1957, de lá vem se tornando um verdadeiro acumulo de lixo. Mas existe um porém, cerca de mais da metade de 5 000 deles já foram incinerados ao saírem de suas órbitas e reentrarem na atmosfera.

Sons dos astros do sistema solar divulgado pela NASA

Nosso Planeta     14:50     No comments
A NASA abriu uma página no SoundCloud, onde é divulgado diversos sons dos astros do sistema solar. São assustadores ao mesmo tempo belos, esses sons foram registrados pelas sondas que estão espalhadas por todo o sistema planetário. Além desses a agência espacial também divulgou sons das missões, de lançamentos de foguete e vários outros.


Veja os sons na playlist abaixo e se maravilhe com os mais belos sons que nosso sistema solar oferece:


Conheça os eventos astronômicos que são super raros

Nosso Planeta     14:41     No comments
Halo solar:

Halo solar não é muito diferente de um arco-íris. A coroa aparece no céu quando a luz do Sol é refletida e refratada por cristais de gelo na atmosfera.

Halo lunar:
O halo é um fenômeno caracterizado por um "anel" de luz em volta do Sol ou da Lua. Isso acontece por causa da luz que é emitida desses astros e acabam refletindo nos cristais de gelo que estão na atmosfera em nuvens. A luz refratada e refletida pelos cristais de gelo, pode-se dividir em cores quase próximo a um arco-íris. Quanto ao seu tamanho, ele é variado, mas, o mais comum é de 22º.

Chuva de Meteoros:
Chuva de meteoros é um evento em que um grupo de meteoros é observado irradiando de um único ponto no céu (radiante). Esses meteoros são causados pela entrada de detritos na atmosfera a velocidades muito altas. Numa chuva de meteoros, esses detritos geralmente são resultado de interações de um cometa com a Terra, em que material do cometa é desprendido de sua órbita, ou quando a Terra cruza essa órbita.

Eclipse Solar:
O eclipse solar é um fenômeno que ocorre sempre que a lua fica entre a Terra e o sol.

Eclipse Lunar:
Eclipse lunar é um fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua é ocultada totalmente ou parcialmente pela sombra da Terra, em geral, sendo visível a olho nu

5 cidades brasileiras que parecem fazer parte da Europa

Nosso Planeta     13:17     No comments
Conhecer a Europa e sair da mesmice das cidades grandes é um dos sonhos de quase toda pessoa que mora em um grande centro urbano. A arquitetura exuberante das cidades europeias serve de cartão postal e inspira retratos e fotografias impressionantes. No entanto, não é necessário sair do Brasil para conhecer um pouquinho da arquitetura e cultura europeia. Confira nessa lista cinco cidades brasileiras que possuem arquitetura típica europeia (principalmente alemã).

1 – Gramado, Rio Grande do Sul


2 – Pomerode, Santa Catarina

 3 – Blumenau, Santa Catarina

4 – Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul

5 – Canela, Rio Grande do Sul


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Nosso Planeta é um blog sobre conhecimento gerais. Criado em 2014.
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