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domingo, 14 de agosto de 2016

vídeo de 365 dias da Terra em apenas alguns minutos

Nosso Planeta     17:52     No comments
A NASA divulgou um vídeo que mostra 365 dias de vida da Terra em 2 minutos. O pequeno filme foi realizado com mais de 3.000 fotografias tiradas do espaço. As imagens foram tiradas pela câmera Earth Polychromatic Imaging Camera (EPIC), do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês). DSCOVR foi levado ao espaço em fevereiro de 2015 pelo foguete Falcon 9, da SpaceX.


Após o satélite chegar no Ponto Lagrange-1 (local do espaço onde as gravidades da Terra e do Sol se igualam e mantêm o satélite no lugar), a aproximadamente 1,6 milhão de quilômetros da Terra, EPIC enviou sua primeira imagem (em 6 de julho de 2015). Nos 365 dias seguintes, a câmera capturou uma fotografia da nossa “casa” a cada duas horas para monitorar as mudanças em nosso planeta. Ao final do vídeo é possível visualizar a sombra causada pela passagem da Lua entre o Sol e a Terra, em março deste ano. Confira abaixo o incrível vídeo de um ano de vida da Terra em 2 minutos (em inglês):


O asteroide chamado 'Bennu" que poderá destruir a Terra

Nosso Planeta     15:15     No comments

NASA lançará, uma sonda em direção ao asteroide Bennu para coletar amostras da sua superfície.


Desde 1999, a NASA conhece o asteroide Bennu e teme que ele possa se chocar com a Terra. Segundo os cálculos, há chances de uma colisão por volta do ano 2135, e as consequências seriam catastróficas.

O asteroide foi batizado de Bennu, nome cuja origem está relacionada a uma ave da mitologia egípcia, que significa morte. De acordo com a Nasa, Bennu viaja em torno do Sol a uma velocidade de 101.389 km/h e pode ser visto a cada seis anos a partir da Terra.

Uma das finalidades mais importantes da missão da Nasa, que começa em setembro, é determinar como a órbita de Bennu pode ser afetada pelo aquecimento ou esfriamento de sua superfície pela luz solar durante o dia. O asteroide é aquecido pela luz solar, aumenta a sua temperatura e emite radiação térmica em diferentes sentidos durante seu movimento de rotação. 



Esse fenômeno é conhecido como Efeito de Yarkovsky, que com o tempo altera sua órbita.



Sonda OSIRIS-REx
Foram anos de estudos para criar a sonda OSIRIS-REx. Essa sonda viajará por dois anos até chegar na superfície de Bennu. Os cientistas envolvidos na sua criação alegam que o aparelho não terá dificuldades em resistir à viagem espacial.

"Nós a projetamos para ser robusta e capaz de durar um longo tempo no espaço", explica a Nasa. A previsão é que a sonda OSIRIS-REx pouse na superfície do asteroide em 2018 e esteja de volta à Terra em 2023.



O outro grande objetivo da missão é conseguir estudar, através de amostras coletadas, a origem do nosso Sistema Solar e da vida. Acredita-se que essas amostras sejam ricas em material carbônico e orgânico.

"Queremos ver o que Bennu testemunhou ao longo de sua evolução", disse um cientista da Nasa.




Fonte: BBC
Imagens: Divulgação/Nasa

sábado, 13 de agosto de 2016

NASA captura detalhes do teste de um foguete

Nosso Planeta     14:07     No comments
Você nunca deve ter visto como uma pluma de foguete realmente é. Elas são extremamente brilhantes e, assim, nunca foram fotografadas de forma adequada, e, a menos que já tenha olhado diretamente para uma, é quase impossível imaginar como são. É difícil, considerando que não existiam câmeras capazes de capturar essa imagem até agora.

Mas a NASA apresentou uma nova câmera durante um teste de lançamento espacial recente, e ela é capaz de mostrar os detalhes da pluma de foguete. E ela é espetacular.


Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade)


Normalmente câmeras não conseguem capturar adequadamente algo como uma pluma de foguete. Você pode mexer nas configurações de exposição, mas vai acabar escurecendo o resto da imagem. A maioria das câmeras só grava uma exposição por vez.

No entanto, o novo projeto High Dynamic Range Stereo X (HiDyRS-X) consegue isso ao gravar múltiplas exposições em câmera lenta de uma vez e combiná-las em um vídeo em alta qualidade. Ele usa uma técnica parecida com a adotada por fotógrafos noturnos que juntam várias fotos em uma só para conseguir uma imagem mais impressionante.


De acordo com um comunicado da NASA, os cientistas testaram a câmera durante os testes do impulsionador QM-2. Eles monitoraram a câmera a uma distância saudável, mas o temporizador automático falhou, o que fez com que eles tivessem que ativar a câmera manualmente.

E, aparentemente, a força do teste do impulsionador foi tão grande que desconectou a fonte de energia da câmera. Então a NASA pôde confirmar que a câmera funciona, mas também que o foguete é muito potente.

Atualmente, é só um protótipo. Os cientistas planejam construir um segundo com capacidades mais avançadas, incluindo alinhamento. Estamos ansiosos esperando as próximas fotos incríveis, NASA!

(Fonte: Gizmodo.)

quinta-feira, 31 de março de 2016

Sons dos astros do sistema solar divulgado pela NASA

Nosso Planeta     14:50     No comments
A NASA abriu uma página no SoundCloud, onde é divulgado diversos sons dos astros do sistema solar. São assustadores ao mesmo tempo belos, esses sons foram registrados pelas sondas que estão espalhadas por todo o sistema planetário. Além desses a agência espacial também divulgou sons das missões, de lançamentos de foguete e vários outros.


Veja os sons na playlist abaixo e se maravilhe com os mais belos sons que nosso sistema solar oferece:


terça-feira, 29 de março de 2016

10 razões que tentam provar que o primeiro pouso na Lua foi uma farsa

Nosso Planeta     22:02     No comments
Ao longo dos anos, a teoria que diz que o primeiro pouso dos humanos na lua foi fraudado pelo governo dos EUA é algo que tem se tornado cada vez mais popular. O motivo? Os EUA e a NASA eram capazes de qualquer coisa para vencer a corrida espacial em cima da Rússia. Pesquisas recentes indicam que aproximadamente 20% dos americanos acreditam que os EUA nunca aterrissaram na lua. As missões da Apollo terminaram na década de 70, mas porque eles nunca voltaram lá? Nesta lista apresentamos algumas evidências que sugerem que o famoso primeiro pouso na lua foi forjado. Veja todos eles e tire suas próprias conclusões. Vamos lá:

1 – A brisa na bandeira americana
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Os teóricos da conspiração têm apontado que quando o primeiro pouso na Lua foi mostrado ao vivo na televisão, os telespectadores puderam ver claramente a bandeira americana sacudindo como que se existisse vento por lá, logo após Neil Armstrong e Buzz Aldrin terem a cravado no chão. Fotos do desembarque (imagem acima) também mostram a bandeira ondulada, como se estivesse sobre efeito de uma brisa. O problema é que não há ar na atmosfera da lua, e, portanto, qual vento teria causado os efeitos na bandeira?
Resposta da NASA: Esse fenômeno é algo comum. Eles afirmam que a bandeira foi guardada em um tubo fino e o efeito ondulado foi causado por ela ter sido desenrolada antes de ser fixada. Outra explicação, desta vez sobre a agitação da bandeira no vídeo, afirma que as ondulações foram causadas pela força da reação dos astronautas tocando e sacudindo a haste de alumínio dela.

2 – Ausência da marca do impacto na superfície
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Será que a Apollo realmente pousou na lua? Se sim, deveria existir uma cratera causada pelo impacto da aeronave debaixo do módulo lunar. Nas filmagens ou fotografias dos desembarques não encontramos nenhuma cratera, é quase como se o módulo tivesse sido colocado lá. A superfície da lua está coberta por uma poeira fina lunar, mas nas fotografias esta fina camada não parece ter sido deslocada.
Resposta da NASA: A NASA afirma que o impacto do módulo nas condições de baixa gravidade da Lua é muito menor quando comparado com o pouso aqui na Terra. A superfície da lua em si é bastante sólida, portanto, uma cratera de impacto provavelmente não seria viável, assim como um avião não deixa uma marca de impacto quando toca o chão de uma pista de concreto.

3 – Múltiplas fontes de iluminação
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Na lua há apenas uma fonte de luz: o Sol. Portanto, é justo sugerir que todas as sombras deveriam estar no mesmo ângulo. Mas isto não aconteceu no pouso da NASA. Vídeos e fotografias mostram claramente que as sombras têm diferentes ângulos (imagem acima). Os teóricos da conspiração sugerem que isso deve significar múltiplas fontes de luz, o que sugere que as fotos foram tiradas em um set de filmagem.
Resposta da NASA: A NASA tentou culpar a paisagem irregular da Lua, afirmando que as inclinações e colinas sutis da superfície foram as responsáveis pelas discrepâncias. Esta explicação acabou se tornando motivo de piada para os teóricos. Como colinas poderiam causar diferenças angulares tão grandes? Na imagem acima por exemplo, a sombra no módulo lunar contradiz claramente o que afirmaram, as rochas do primeiro plano estão em um ângulo de quase 45 graus em relação à sombra do astronauta.

4 – O misterioso reflexo no capacete
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Depois das fotografias dos pousos na lua, os teóricos rapidamente perceberam um objeto misterioso (imagem acima) no reflexo do capacete de um astronauta da missão Apollo. O objeto parece estar pendurado por uma corda ou fio e não tem razão para estar lá, levando alguns a sugerir que ele seria na verdade um holofote, normalmente encontrado em estúdios de cinema. A semelhança é questionável, dada a má qualidade da fotografia, mas o mistério permanece, pois não há razão pela qual algo estaria flutuando ali na lua.
Resposta da NASA: Não há. O módulo lunar em outras fotos parece não ter extensão na parte superior que corresponderia ao objeto do reflexo da foto, de modo que a origem do objeto ainda permanece totalmente inexplicável.

5 – O cinturão de radiação Van Allen
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Para alcançar a Lua, os astronautas tiveram que passar por aquilo que é conhecido como o cinturão de radiação de Van Allen. O cinto é mantido no lugar pelo campo magnético da Terra e permanece sempre no mesmo lugar. As missões da Apollo à Lua marcaram as primeiras tentativas dos seres humanos vivos em atravessar o cinturão. Os teóricos da conspiração afirmam que os níveis absolutos de radiação teriam cozinhado os astronautas em rota para a lua, apesar das camadas de revestimento de alumínio no interior e exterior do nave.
Resposta da NASA: A NASA têm combatido este argumento, enfatizando que o curto período de tempo que os astronautas levaram para atravessar o cinto foram doses muito pequenas, e portanto insignificantes, de radiação.

6 – O vídeo teve sua velocidade alterada, e os astronautas usaram cabos para pular
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A fim de apoiar alegações de que os pousos na lua foram filmadas em um estúdio, os teóricos da conspiração levaram em consideração as condições de baixa gravidade que eles simularam. Eles sugerem que, se você pegar a filmagem do pouso na Lua e aumentar sua velocidade em 2,5 vezes, os astronautas parecem estar se movendo como se estivessem sob influência da gravidade da Terra. Isto sugere que o vídeo na verdade foi alterado para causar a impressão da baixa gravidade. Quanto à impressionante altura do salto do astronauta, algo impossível de se realizar na gravidade da Terra, cabos e fios ocultos podem ter dado aos astronautas a altura extra. Em algumas cenas do vídeo é possível ver esboços de supostos cabos escondidos, como na imagem acima por exemplo, que supostamente mostra um fio, embora esta prova seja extremamente vaga.
Resposta da NASA: Não há.

7 – Cadê as estrelas?
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Um dos argumentos mais convincentes que provam que o pouso na Lua foi uma farsa é a falta de estrelas em qualquer uma das provas fotográficas ou vídeo registrados. Não há nuvens sobre a lua, as estrelas então deveriam ser tão perpetuamente visíveis e significativamente mais brilhantes do que quando vemos aqui na Terra.
Resposta da NASA: A NASA culpa a má qualidade das fotografias. Algumas fotografias são de alta qualidade, no entanto, e é possível ver estrelas nestas fotografias. É algo realmente estranho, considerando o fato que até mesmo nós daqui da Terra, podemos tirar fotos de estrelas com qualidade inferior e ainda assim podemos vê-las.

8 – A misteriosa pedra “C”
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Uma das mais famosas fotos dos pousos na Lua mostra uma rocha em primeiro plano com o que parece ser a letra “C” gravado nela. A letra parece ser quase perfeitamente simétrica, o que significa que é improvável que seja uma ocorrência natural. Tem sido sugerido que a pedra foi usada apenas para o cenário, e a letra “C” seria apenas uma marcação dos objetos de um set de filmagem. A cenógrafo poderia ter virado a rocha de forma errada, expondo acidentalmente a marcação.
Resposta da NASA: A NASA deu desculpas conflitantes para a letra, por um lado culpando o fotógrafo de ter adicionado a letra como uma brincadeira, enquanto que, por outro lado, dizendo que a tal letra pode ter sido simplesmente confundida com um fio de cabelo (ou seria um pentelho?) que ficou enroscado nela durante a ocasião da fotografia.

9 – O mistério das marcações nas fotografias
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As câmeras usadas pelos astronautas durante os pousos na lua tinham marcações (miras) que ajudavam os astronautas com a escala e direção das imagens. É possível vê-las na frente dos objetos em quase todas as fotografias, o que é normal. Algumas das imagens, porém, mostram claramente a cruz da mira “atrás” de objetos na cena, o que implica que as fotografias podem ter sido editadas ou adulterada após a captação. A fotografia mostrada acima, por exemplo, não é uma ocorrência isolada. Há muitas outras imagens que mostram os objetos na frente da marcação (mira) das fotos, incluindo uma fotografia da bandeira americana e outra do rover lunar usado por eles.
Resposta da NASA: Não há.

10 – Dois locais diferentes, a mesma paisagem
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Nas duas fotos da missão Apollo (mais acima) é possível observar claramente paisagens idênticas, apesar de serem oficialmente listadas pela NASA como tendo sido fotografadas a milhas de distância uma da outra. Uma das fotos mostra o módulo lunar, mas quando as fotografias foram capturadas, do módulo já havia saído de lá, assim como ele poderia estar lá em uma foto e desaparecer em outra? Bem, se você também é um teórico ‘hardcore’ da conspiração da missão Apollo na Lua, também vai achar que a NASA simplesmente usou o mesmo cenário de fundo ao filmar cenas diferentes de sua Lua cinematográfica.
A NASA tem sugerido que já a lua é muito menor do que a terra, os horizontes podem parecer aos olhos humanos serem significativamente mais próximos, quando que na verdade não são. Apesar disso, com base nas evidências dos teóricos, dizer que os dois montes visíveis nas fotografias estão a milhas de distância torna esta dúvida realmente plausível.

(Fonte: rockntech).

segunda-feira, 21 de março de 2016

Cientista da NASA explica como chegar em Marte em apenas 30 minutos

Nosso Planeta     14:42     No comments
O cientista da NASA, Phillip Lubin, encontrou uma forma de viagem espacial que chamou a atenção do mundo, principalmente das agências espaciais, utilizando uma tecnologia a laser.

Atualmente, levamos cerca de 5 meses para chegar a Marte (que encontra-se a 1 UA da Terra (1 Unidade Astronômica equivale a distância média entre a Terra e o Sol). Imagine então quanto tempo levaria para chegar a outro sistema planetário? Seriam gerações e gerações nascendo e morrendo em uma nave espacial... quando chegássemos lá, talvez nem saberíamos mais o propósito da missão...

De modo breve e simples, o novo método apresentado por Phillip, chamado "Photonic Propulsion" (Propulsão Fotônica) usaria partículas de luz para ganhar velocidade no espaço. Basicamente, seria um canhão de laser e uma vela solar. O Laser lançaria uma grande quantidade de luz sobre a vela solar, e o resto já dá pra imaginar. Partículas de luz não possuem massa, mas possuem momentum e energia, e se refletida em um certo objeto, se transforma em impulso. E com uma grande vela solar, poderíamos acelerar uma nave espacial majestosamente pelo espaço, e chegar em Marte em apenas 3 dias. Brilhante!
nanosail-d - nasa
NanoSail-D. Créditos: NASA

E como se não bastasse, o cientista Phillip Lubin revelou recentemente que, se utilizarmos um laser extremamente poderoso, podemos chegar em Marte não em 3 dias, mas sim em 30 minutos! Isso mesmo: 30 minutos!

O conceito chamado "Propulsão de Energia Direta" foi apresentado no simpósio de Conceitos Avançados e Inovadores (NIAC) da NASA. Ele detalha todo seu projeto em um estudo de 52 páginas no jornal British Interplanetary Society.

Segundo Phillip, seria possível atingir mais de 1/4 da velocidade da luz em apenas alguns minutos. Isso seria suficiente para levar uma nave espacial até Marte em meros 30 minutos; ultrapassar a sonda Voyager 1 em menos de 3 dias; chegar a 1.000 UA em 12 dias e chegar em Alpha Centauri (a estrela mais próxima da Terra) em aproximadamente 15 anos. A nave espacial viajaria a cerca de 280 milhões de km por hora!


Um obstáculo no meio do caminho

Existem alguns empecilhos no projeto de Phillip Lubin, como por exemplo, qual seria o método utilizado para parar a espaçonave. A dificuldade de colisões com lixo espacial também seria um grande problema, mas de acordo com o cientista, o acúmulo de poeira interplanetária não afetaria na velocidade.


Outro probleminha a ser enfrentado, segundo alguns estudiosos, seria a "dilatação do tempo". No filme Interestelar, o personagem de Matthew McConaughey se aproxima de um buraco negro, e apesar de sua experiência ter durado apenas alguns minutos, passaram se anos aqui na Terra. O mesmo poderia acontecer com uma nave espacial tripulada viajando para Marte próximo da velocidade da luz. Apesar dos astronautas terem viajado por apenas 30 minutos, há uma chance dessa viagem durar décadas aqui na Terra.
Buraco negro do filme Interestelar
Buraco negro do filme Interestelar.
Créditos: divulgação

De qualquer forma, Phillip diz que viagens tripuladas a essa velocidade ainda estão longes de acontecer, e seu projeto foi pensado para uma nave não tripulada, e completa: "Essa tecnologia não é ficção científica."

O professor Phillip e seu grupo trabalham no programa Directed Energy Interstellar Precursors (Deep-In), que tem a missão de criar naves espaciais para viajar até as estrelas mais próximas. Mas como ele mesmo diz, essa viagem não necessariamente precisa ser feita por humanos.

"Não estamos propondo um sistema para enviar humanos à distâncias interestelares", disse Phillip. "Humanos são extremamente frágeis e requerem um grande suporte. Missões robóticas são muito mais viáveis para explorações interestelares no futuro".

Fonte: NASA
Imagens: (capa-ilustração/UCSB Experimental Cosmology Group) / NASA / divulgação

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Vídeo incrível: o que acontece quando um buraco negro engole uma estrela

Nosso Planeta     16:52     No comments
Cerca de 290 milhões de anos-luz de distância, no centro de uma galáxia distante chamada PGC 043234, uma estrela ferida muito perto de um buraco negro pesando milhões de vezes a massa do nosso Sol. A intensa atração gravitacional do buraco negro sugado estrelar e desfragmentado em pedaços, jogando alguns restos estelares para o espaço em  velocidades  incrivelmente altas, enquanto o resto caiu dentro. O evento causou um surto de poderosos raios-X que, provavelmente,
permanecerá por muitos anos. 

Felizmente para nós, os cientistas da NASA foram capazes de reconstruir todo esse cataclismo, e você pode ver uma recriação do que no seguinte vídeo. 

Nas palavras imortais de George Costanza: "Isso deve doer ! "



Mas o que está acontecendo aqui?, O evento é conhecido como um rompimento das marés,  (rompimento das marés e Inglês), e que o mais próximo que eu vim para um em mais de 10 anos.  
Usando Observatório Chandra X-ray NASA Explorador  de burst rápido GammaRay, e XMM-Newton da ESA e NASA, os cientistas obtiveram uma idéia melhor do que realmente acontece na 'a morte de uma estrela em um buraco negro'. 

"Temos visto evidências de um punhado de interrupção das marés nos últimos anos, e desenvolveram uma série de ideias sobre o que acontece", disse o pesquisador Jon Miller, da Universidade de Michigan em os EUA .. " Esta é a melhor oportunidade que temos tido até agora a compreender o que realmente acontece quando você joga uma estrela de um buraco negro. 

"Miller e seus colegas suspeitam que depois de uma estrela é destruída por um buraco negro, a estrela não detritos lançado no espaço são puxados para dentro e aqueceu-se a milhões de graus, e isto cria uma quantidade incrível de raios-X, que pode ser visto no vídeo. Este flash de raios-X vai morrer no tempo, bem como partes da estrela-do-chão caindo para além do horizonte de eventos do buraco negro, onde até partículas de luz não pode escapar. 

Curiosamente, os cientistas também Eles ilustram a presença de um vento se afastando do buraco negro no evento, o momento em que o alargamento do raio-X se dissipa. Parece que, como o material é absorvido para o interior permanece macio formar estrelas, um disco macio quente, que se move numa órbita elíptica em torno do buraco negro. 

"Uma vez que o centro do disco é tão quente, eles injetado alguns materiais para o exterior na forma de vento ", explica Rachel Feltman no The Washington Post. 

As observações foram publicados na revista 

Nature." Estes resultados suportam algumas de nossas idéias sobre a estrutura e a evolução dos eventos chamados de interrupção maré ", Miller disse em um comunicado de imprensa. ". No futuro, a interrupção das marés pode fornecer laboratórios para estudar os efeitos de extrema gravidade"  

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

As missões espaciais mais emocionantes prevista para 2016

Nosso Planeta     22:17     No comments
2015 foi o ano em que vimos Pluto e encontramso água em Marte. Em 2016, vamos aprender apenas como os planetas foram feitos. O que esperar no espaço este ano. Há muita coisa acontecendo!


A Agência Espacial Europeia ExoMars Rover vai pousar em Marte, Osiris-REX vai lançar em direção ao asteróide, e Rosettavai colidir com o cometa 67P. Mas duas próximas missões realmente se destacam para mim.
JAXA - Agência Espacial Japonesa, está lançando um raio-x astronomia telescópio ASTRO-H em fevereiro do próximo ano. Raios-X são produzidos quando a matéria cósmica é aquecido a milhões de graus. Nós fisicamente não pode observar aqueles emissão com telescópios urface porque, para raios-x, a atmosfera da Terra é opaco!
Ao olhar para eles de espaço, podemos pegar toneladas de dados impossível reunir a partir da Terra. Para pegar o máximo possível, o satélite tem quatro sistemas de sensores que lhe permitem medir os raios-x, raios gama macios e realizar espectroscopia de raio-x. Uma vez lançado do Japão, o ASTRO-H vai abrir "janelas para a distribuição de matéria escura em galáxias", e "a estrutura em larga escala do Universo." Muito legal.
Outra missão deste ano vai olhar para a formação do sistema solar como um todo, olhando para Júpiter. Juno da NASA vai chegar no sistema Jovian em 5 de julho, e como outra missão a Marte, pode parecer que sabemos muito sobre o maior planeta. Estivemos em Jupiter muito, mas a maioria dessas missões têm sido sobre vôos no caminho para outros destinos - as sondas Pioneer, as sondas Voyager, New Horizons, Cassini, e Ulysses tudo passou por Júpiter sem parar.
Galileo entrou em órbita em torno do gigante de gás 1995-2003, e nós não tivemos nada em órbita desde então. Estamos muito atrasada para uma missão Júpiter dedicado, especialmente uma que vai medir algo que não sabemos sobre: ​​a quantidade de água na atmosfera de Júpiter. Isto parece esotérico, mas realmente vai ajudar os cientistas com a grande questão de que a teoria de formação planetária está correto, ou nos dizer se precisamos de uma teoria totalmente nova, dizendo-nos onde a água na Terra veio.
Se Juno encontra há pouca água na atmosfera de Júpiter, os cientistas serão capazes de concluir que os corpos gelados, como asteróides do Cinturão de Kuiper distante trouxe a água como gelo para os planetas interiores rochosos. E porque Júpiter é o nosso melhor exemplo de um planeta gigante, sabendo mais sobre sua formação vai ajudar-nos a compreender os planetas que encontramos em torno de outras estrelas.


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Nosso Planeta é um blog sobre conhecimento gerais. Criado em 2014.
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