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sábado, 26 de março de 2016

Agência Espacial Europeia revela planos para “vilarejo lunar”

Nosso Planeta     12:58     No comments
Quase 50 anos depois do homem pisar na Lua pela primeira vez, voltamos novamente nosso interesse para o satélite natural. Desta vez, porém, a intenção não é fazer uma breve visita, mas sim fazer de lá nossa segunda casa.Morar e viver na Lua pode parecer ficção científica, mas a Agência Espacial Europeia (Esa) quer transformar essa ideia ambiciosa em realidade. Essa base na lua tem sido chamada de vilarejo lunar.

“Queremos combinar as capacidades espaciais de diferentes nações para procurar novas atividades como de ciência pura, negócios, turismo ou mineração. Queremos colocá-las no mesmo lugar”, explica Johann-Dietrich Woerner, diretor geral da Esa.

Impressora 3D gigante
A ideia principal é usar os recursos da própria Lua, ao invés de gastar muito dinheiro com o transporte de materiais da Terra. Para construir a primeira estrutura, um domo seria inflado e uma espécie de impressora em 3D robótica poderia usar rochas de lá para construir uma parede ao redor dele. Depois, outras construções similares poderiam ser adicionadas à primeira.
Woerner defende que o início da construção não exigiria investimentos iniciais exorbitantes. “A ideia é que os participantes vejam suas capacidades e seus interesses e tragam apenas a sua parte para o projeto”, argumenta ele.

Onde montar acampamento?

Sem a proteção da atmosfera terrestre, esse vilarejo deve ficar onde há menos incidência de radiação solar e cósmica, assim como micrometeoros. Woerner acredita que os melhores pontos para as construções são os polos.
“No polo sul poderemos encontrar água, que é uma ótima fonte para a produção de oxigênio e nitrogênio. Na parte escura da Lua não há radiação, e um telescópio pode ser construído lá, com materiais de lá”, diz o diretor.
Ele faz questão de enfatizar que a Lua será dos Estados Unidos, mas também da Rússia, do Japão e também de outros países com menores contribuições. “Espero que tenhamos um esquema de exploração global na Lua”.

20 anos para planejar

Apesar de todo o entusiasmo apresentado pela ideia, ainda teremos que esperar 20 anos para ver o início desta construção. Isso porque a tecnologia envolvida no projeto ainda precisa ser desenvolvida. Conforme mais países demonstrarem interesse em voltar à Lua, porém, mais investimento deve ser dedicado à essa missão. [IFLScience]
Veja o vídeo de apresentação do projeto:


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Vídeo incrível: o que acontece quando um buraco negro engole uma estrela

Nosso Planeta     16:52     No comments
Cerca de 290 milhões de anos-luz de distância, no centro de uma galáxia distante chamada PGC 043234, uma estrela ferida muito perto de um buraco negro pesando milhões de vezes a massa do nosso Sol. A intensa atração gravitacional do buraco negro sugado estrelar e desfragmentado em pedaços, jogando alguns restos estelares para o espaço em  velocidades  incrivelmente altas, enquanto o resto caiu dentro. O evento causou um surto de poderosos raios-X que, provavelmente,
permanecerá por muitos anos. 

Felizmente para nós, os cientistas da NASA foram capazes de reconstruir todo esse cataclismo, e você pode ver uma recriação do que no seguinte vídeo. 

Nas palavras imortais de George Costanza: "Isso deve doer ! "



Mas o que está acontecendo aqui?, O evento é conhecido como um rompimento das marés,  (rompimento das marés e Inglês), e que o mais próximo que eu vim para um em mais de 10 anos.  
Usando Observatório Chandra X-ray NASA Explorador  de burst rápido GammaRay, e XMM-Newton da ESA e NASA, os cientistas obtiveram uma idéia melhor do que realmente acontece na 'a morte de uma estrela em um buraco negro'. 

"Temos visto evidências de um punhado de interrupção das marés nos últimos anos, e desenvolveram uma série de ideias sobre o que acontece", disse o pesquisador Jon Miller, da Universidade de Michigan em os EUA .. " Esta é a melhor oportunidade que temos tido até agora a compreender o que realmente acontece quando você joga uma estrela de um buraco negro. 

"Miller e seus colegas suspeitam que depois de uma estrela é destruída por um buraco negro, a estrela não detritos lançado no espaço são puxados para dentro e aqueceu-se a milhões de graus, e isto cria uma quantidade incrível de raios-X, que pode ser visto no vídeo. Este flash de raios-X vai morrer no tempo, bem como partes da estrela-do-chão caindo para além do horizonte de eventos do buraco negro, onde até partículas de luz não pode escapar. 

Curiosamente, os cientistas também Eles ilustram a presença de um vento se afastando do buraco negro no evento, o momento em que o alargamento do raio-X se dissipa. Parece que, como o material é absorvido para o interior permanece macio formar estrelas, um disco macio quente, que se move numa órbita elíptica em torno do buraco negro. 

"Uma vez que o centro do disco é tão quente, eles injetado alguns materiais para o exterior na forma de vento ", explica Rachel Feltman no The Washington Post. 

As observações foram publicados na revista 

Nature." Estes resultados suportam algumas de nossas idéias sobre a estrutura e a evolução dos eventos chamados de interrupção maré ", Miller disse em um comunicado de imprensa. ". No futuro, a interrupção das marés pode fornecer laboratórios para estudar os efeitos de extrema gravidade"  

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

As missões espaciais mais emocionantes prevista para 2016

Nosso Planeta     22:17     No comments
2015 foi o ano em que vimos Pluto e encontramso água em Marte. Em 2016, vamos aprender apenas como os planetas foram feitos. O que esperar no espaço este ano. Há muita coisa acontecendo!


A Agência Espacial Europeia ExoMars Rover vai pousar em Marte, Osiris-REX vai lançar em direção ao asteróide, e Rosettavai colidir com o cometa 67P. Mas duas próximas missões realmente se destacam para mim.
JAXA - Agência Espacial Japonesa, está lançando um raio-x astronomia telescópio ASTRO-H em fevereiro do próximo ano. Raios-X são produzidos quando a matéria cósmica é aquecido a milhões de graus. Nós fisicamente não pode observar aqueles emissão com telescópios urface porque, para raios-x, a atmosfera da Terra é opaco!
Ao olhar para eles de espaço, podemos pegar toneladas de dados impossível reunir a partir da Terra. Para pegar o máximo possível, o satélite tem quatro sistemas de sensores que lhe permitem medir os raios-x, raios gama macios e realizar espectroscopia de raio-x. Uma vez lançado do Japão, o ASTRO-H vai abrir "janelas para a distribuição de matéria escura em galáxias", e "a estrutura em larga escala do Universo." Muito legal.
Outra missão deste ano vai olhar para a formação do sistema solar como um todo, olhando para Júpiter. Juno da NASA vai chegar no sistema Jovian em 5 de julho, e como outra missão a Marte, pode parecer que sabemos muito sobre o maior planeta. Estivemos em Jupiter muito, mas a maioria dessas missões têm sido sobre vôos no caminho para outros destinos - as sondas Pioneer, as sondas Voyager, New Horizons, Cassini, e Ulysses tudo passou por Júpiter sem parar.
Galileo entrou em órbita em torno do gigante de gás 1995-2003, e nós não tivemos nada em órbita desde então. Estamos muito atrasada para uma missão Júpiter dedicado, especialmente uma que vai medir algo que não sabemos sobre: ​​a quantidade de água na atmosfera de Júpiter. Isto parece esotérico, mas realmente vai ajudar os cientistas com a grande questão de que a teoria de formação planetária está correto, ou nos dizer se precisamos de uma teoria totalmente nova, dizendo-nos onde a água na Terra veio.
Se Juno encontra há pouca água na atmosfera de Júpiter, os cientistas serão capazes de concluir que os corpos gelados, como asteróides do Cinturão de Kuiper distante trouxe a água como gelo para os planetas interiores rochosos. E porque Júpiter é o nosso melhor exemplo de um planeta gigante, sabendo mais sobre sua formação vai ajudar-nos a compreender os planetas que encontramos em torno de outras estrelas.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Estação Espacial Internacional (ISS)

Nosso Planeta     22:24     No comments
                     Estação Espacial Internacional (EEI) – International Space Station (ISS)

A Estação Espacial Internacional (EEI), ou em inglês International Space Station (ISS), é uma estação espacial que orbita a Terra e tem estado permanentemente habitada por astronautas desde o dia 2 de Novembro de 2000.


A Estação Espacial Internacional é constituída por vários componentes que foram sendo acrescentados ao longo do tempo. O primeiro componente a ser lançado foi em 1998, nos anos seguintes foram sendo acrescentados muitos outros, e atualmente a Estação Espacial Internacional é o maior objeto artificial a orbitar o nosso planeta.

A EEI encontra-se numa órbita baixa, a rondar os 400 km de altitude, e pode ser vista a partir da Terra a olho nu. A velocidade da EEI é de aproximadamente 27.600 km/h, sendo que por dia completa quase 16 voltas à Terra.

A Estação Espacial Internacional envolve a colaboração de várias agências de diversos países, nomeadamente: NASA (Estados Unidos da América), Roscosmos (Rússia), CSA (Canadá), JAXA (Japão) e ESA (Europa).



A Estação Espacial Internacional também recebeu o primeiro astronauta lusófono, o brasileiro Marcos César Pontes, em 2006.

A EEI serve como laboratório em ambiente espacial e em microgravidade para diversos tipos de experiências científicas, como é o caso de experiências no campo da astronomia, física, biologia, entre muitas outras. A EEI permite que sejam realizados certos tipos de experiências que não seriam possíveis na superfície da Terra.

Como foi dito atrás, a Estação Espacial Internacional é visível a partir da Terra a olho nu. Porém é necessário saber quando é que a EEI (ou ISS) vai passar próximo de nós para a podermos ver. Para isso existem vários sites disponíveis que nos ajudam nesse aspecto.

A NASA disponibiliza essa informação no link que se segue: Spot The Station. Aqui precisamos de definir primeiro o país, depois a região ou estado, e a seguir a cidade onde estamos.

A NAVE RUSSA
1. A Soyuz está em atividade desde os anos 60. Usada para levar os astronautas até a ISS, ela carrega até três passageiros. Em emergências, pode ser usada para trazer astronautas de volta.

MÓDULO DE SERVIÇOS
2. Hora de dormir
Cada astronauta descansa dentro de um saco de dormir na vertical. Parece desconfortável, mas, pela falta de gravidade, o corpo não sente a diferença.

3. Comida de avião
Não existe cozinha, somente uma mesa que ajuda a evitar que colheres e garfos flutuem. Também não tem geladeira. Por isso, a comida chega enlatada ou desidratada.

4. Ida ao banheiro
No banheiro, a urina vai para uma mangueira (com uma das extremidades mais larga) e as fezes para um vaso com um buraco bem menor. É preciso ter boa mira para não fazer bagunça. No caso de acidentes, o banheiro guarda luvas e desinfetantes.

5. Malhação no espaço
A falta de gravidade tem um efeito desagradável: por não precisarem suportar o corpo, ossos e músculos podem ser danificados durante a viagem. "Exercícios físicos diários ajudam a reduzir problemas e restauram um pouco a perda de densidade óssea", conta o astronauta Marcos Pontes.

LABORATÓRIOS
6. A área de pesquisas
Existem três laboratórios na ISS: o americano, o europeu e o japonês. Neles, são realizados experimentos pautados por institutos do mundo inteiro. O Brasil, inclusive, já mandou oito.

7. Módulo pressurizado
O laboratório japonês, chamado de Kibo, é o maior da Estação. Ele abriga o Módulo Pressurizado, onde são realizadas experiências com microgravidade e radiação cósmica.

8. Complexo Exposto
Esta área é aberta, para experiências sem gravidade. Cabia ao Brasil produzir uma peça-chave aqui: uma plataforma onde os experimentos ficariam presos. Mas não entregamos no prazo e uma empresa americana teve de improvisar.

9. Brincando de girar
Pela falta de gravidade, ao desmontar alguma peça, partes pequenas podem sair voando pela Estação. Também é possível que, enquanto utiliza uma chave inglesa, se não estiver preso, o astronauta acabe girando com a ferramenta.

O PORÃO DA NAVE
10. Este pedaço era utilizado para mudar a posição da ISS. Atualmente, armazena suprimentos. O FGB (Functional Cargo Block, na sigla em inglês) foi a primeira peça da ISS a ser colocada no espaço.

ENTRADA E SAÍDA
11. Esta cabine é usada pelos tripulantes antes das caminhadas externas. É dentro dela que ficam os trajes espaciais e onde ocorre a despressurização.

USINA ESPACIAL
12. Os oito painéis solares que fornecem energia para a Estação medem 35 metros e contam com cerca de 32 mil células solares. Eles geram uma energia total de 84 KW, suficiente para abastecer cerca de 40 casas.

PORTA DE ENTRADA
13. Aqui, os ônibus espaciais americanos encaixam na estação.

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Nosso Planeta é um blog sobre conhecimento gerais. Criado em 2014.
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