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sábado, 9 de setembro de 2017

Vídeo Mostra a Força e Rastro de Destruição do Furacão Irma

Nosso Planeta     14:03     No comments


O número de vítimas mortais na sequência da passagem do furacão Irma na parte francesa da ilha de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas, subiu hoje para oito, segundo as equipas de emergência francesas.























O responsável pelo departamento de proteção civil, Vicent Boichard, adiantou ainda que o balanço provisório aponta para oito mortos e 23 feridos.
O perfeito da ilha de Guadalupe, Eric Maire, tinha dado conta anteriormente de seis mortos na parte francesa da ilha de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas.
Antes, a ministra francesa do Ultramar, Annick Girardin, tinha informado que este furacão tinha causado, pelo menos, dois mortos e dois feridos nos territórios franceses de Saint-Martin e Saint Barthélemy.
O furacão Irma regista ventos sustentáveis de 295 quilómetros por hora e mantém-se como um ciclone de categoria 5, a máxima na escala Saffir-Simpson.


















O Irma atingiu as Caraíbas, deixando a ilha de Barbuda “totalmente devastada” e 95% da parte francesa de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas, destruída, segundo informações oficiais divulgadas na noite de quarta-feira.
Também nas Caraíbas, a parte francesa da ilha franco-holandesa Saint-Martin ficou “95% destruída” com a passagem do Irma, disse na quarta-feira à noite o presidente do conselho territorial local, Daniel Gibbs.
O furacão deixou hoje para trás a ilha de Porto Rico e ameaça agora o noroeste da República Dominicana com ventos até 290 quilómetros por hora, segundo o Centro Nacional de Furacões de Estados Unidos.
De acordo com o Centro, “o olho do Irma deverá chegar hoje de manhã à República Dominicana, passará mais tarde perto das Ilhas Turcas e Caicos e no sudeste das Bahamas à noite”.
Três furacões estão a progredir em simultâneo no Oceano Atlântico, depois das tempestades José e Katia passarem a esta categoria, juntando-se assim ao Irma, que se desenvolve na categoria máxima, de 5, segundo o Centro norte-americano de Furacões.
Entretanto, Cuba iniciou a retirada de mais de 36 mil turistas estrangeiros atualmente de férias na costa norte oriental e central, a mais ameaçada pelo furacão Irma, que se deve começar a sentir na ilha na sexta-feira, seguindo depois para o estado norte-americano da Florida.

quinta-feira, 31 de março de 2016

5 cidades brasileiras que parecem fazer parte da Europa

Nosso Planeta     13:17     No comments
Conhecer a Europa e sair da mesmice das cidades grandes é um dos sonhos de quase toda pessoa que mora em um grande centro urbano. A arquitetura exuberante das cidades europeias serve de cartão postal e inspira retratos e fotografias impressionantes. No entanto, não é necessário sair do Brasil para conhecer um pouquinho da arquitetura e cultura europeia. Confira nessa lista cinco cidades brasileiras que possuem arquitetura típica europeia (principalmente alemã).

1 – Gramado, Rio Grande do Sul


2 – Pomerode, Santa Catarina

 3 – Blumenau, Santa Catarina

4 – Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul

5 – Canela, Rio Grande do Sul


terça-feira, 29 de março de 2016

10 razões que tentam provar que o primeiro pouso na Lua foi uma farsa

Nosso Planeta     22:02     No comments
Ao longo dos anos, a teoria que diz que o primeiro pouso dos humanos na lua foi fraudado pelo governo dos EUA é algo que tem se tornado cada vez mais popular. O motivo? Os EUA e a NASA eram capazes de qualquer coisa para vencer a corrida espacial em cima da Rússia. Pesquisas recentes indicam que aproximadamente 20% dos americanos acreditam que os EUA nunca aterrissaram na lua. As missões da Apollo terminaram na década de 70, mas porque eles nunca voltaram lá? Nesta lista apresentamos algumas evidências que sugerem que o famoso primeiro pouso na lua foi forjado. Veja todos eles e tire suas próprias conclusões. Vamos lá:

1 – A brisa na bandeira americana
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Os teóricos da conspiração têm apontado que quando o primeiro pouso na Lua foi mostrado ao vivo na televisão, os telespectadores puderam ver claramente a bandeira americana sacudindo como que se existisse vento por lá, logo após Neil Armstrong e Buzz Aldrin terem a cravado no chão. Fotos do desembarque (imagem acima) também mostram a bandeira ondulada, como se estivesse sobre efeito de uma brisa. O problema é que não há ar na atmosfera da lua, e, portanto, qual vento teria causado os efeitos na bandeira?
Resposta da NASA: Esse fenômeno é algo comum. Eles afirmam que a bandeira foi guardada em um tubo fino e o efeito ondulado foi causado por ela ter sido desenrolada antes de ser fixada. Outra explicação, desta vez sobre a agitação da bandeira no vídeo, afirma que as ondulações foram causadas pela força da reação dos astronautas tocando e sacudindo a haste de alumínio dela.

2 – Ausência da marca do impacto na superfície
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Será que a Apollo realmente pousou na lua? Se sim, deveria existir uma cratera causada pelo impacto da aeronave debaixo do módulo lunar. Nas filmagens ou fotografias dos desembarques não encontramos nenhuma cratera, é quase como se o módulo tivesse sido colocado lá. A superfície da lua está coberta por uma poeira fina lunar, mas nas fotografias esta fina camada não parece ter sido deslocada.
Resposta da NASA: A NASA afirma que o impacto do módulo nas condições de baixa gravidade da Lua é muito menor quando comparado com o pouso aqui na Terra. A superfície da lua em si é bastante sólida, portanto, uma cratera de impacto provavelmente não seria viável, assim como um avião não deixa uma marca de impacto quando toca o chão de uma pista de concreto.

3 – Múltiplas fontes de iluminação
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Na lua há apenas uma fonte de luz: o Sol. Portanto, é justo sugerir que todas as sombras deveriam estar no mesmo ângulo. Mas isto não aconteceu no pouso da NASA. Vídeos e fotografias mostram claramente que as sombras têm diferentes ângulos (imagem acima). Os teóricos da conspiração sugerem que isso deve significar múltiplas fontes de luz, o que sugere que as fotos foram tiradas em um set de filmagem.
Resposta da NASA: A NASA tentou culpar a paisagem irregular da Lua, afirmando que as inclinações e colinas sutis da superfície foram as responsáveis pelas discrepâncias. Esta explicação acabou se tornando motivo de piada para os teóricos. Como colinas poderiam causar diferenças angulares tão grandes? Na imagem acima por exemplo, a sombra no módulo lunar contradiz claramente o que afirmaram, as rochas do primeiro plano estão em um ângulo de quase 45 graus em relação à sombra do astronauta.

4 – O misterioso reflexo no capacete
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Depois das fotografias dos pousos na lua, os teóricos rapidamente perceberam um objeto misterioso (imagem acima) no reflexo do capacete de um astronauta da missão Apollo. O objeto parece estar pendurado por uma corda ou fio e não tem razão para estar lá, levando alguns a sugerir que ele seria na verdade um holofote, normalmente encontrado em estúdios de cinema. A semelhança é questionável, dada a má qualidade da fotografia, mas o mistério permanece, pois não há razão pela qual algo estaria flutuando ali na lua.
Resposta da NASA: Não há. O módulo lunar em outras fotos parece não ter extensão na parte superior que corresponderia ao objeto do reflexo da foto, de modo que a origem do objeto ainda permanece totalmente inexplicável.

5 – O cinturão de radiação Van Allen
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Para alcançar a Lua, os astronautas tiveram que passar por aquilo que é conhecido como o cinturão de radiação de Van Allen. O cinto é mantido no lugar pelo campo magnético da Terra e permanece sempre no mesmo lugar. As missões da Apollo à Lua marcaram as primeiras tentativas dos seres humanos vivos em atravessar o cinturão. Os teóricos da conspiração afirmam que os níveis absolutos de radiação teriam cozinhado os astronautas em rota para a lua, apesar das camadas de revestimento de alumínio no interior e exterior do nave.
Resposta da NASA: A NASA têm combatido este argumento, enfatizando que o curto período de tempo que os astronautas levaram para atravessar o cinto foram doses muito pequenas, e portanto insignificantes, de radiação.

6 – O vídeo teve sua velocidade alterada, e os astronautas usaram cabos para pular
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A fim de apoiar alegações de que os pousos na lua foram filmadas em um estúdio, os teóricos da conspiração levaram em consideração as condições de baixa gravidade que eles simularam. Eles sugerem que, se você pegar a filmagem do pouso na Lua e aumentar sua velocidade em 2,5 vezes, os astronautas parecem estar se movendo como se estivessem sob influência da gravidade da Terra. Isto sugere que o vídeo na verdade foi alterado para causar a impressão da baixa gravidade. Quanto à impressionante altura do salto do astronauta, algo impossível de se realizar na gravidade da Terra, cabos e fios ocultos podem ter dado aos astronautas a altura extra. Em algumas cenas do vídeo é possível ver esboços de supostos cabos escondidos, como na imagem acima por exemplo, que supostamente mostra um fio, embora esta prova seja extremamente vaga.
Resposta da NASA: Não há.

7 – Cadê as estrelas?
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Um dos argumentos mais convincentes que provam que o pouso na Lua foi uma farsa é a falta de estrelas em qualquer uma das provas fotográficas ou vídeo registrados. Não há nuvens sobre a lua, as estrelas então deveriam ser tão perpetuamente visíveis e significativamente mais brilhantes do que quando vemos aqui na Terra.
Resposta da NASA: A NASA culpa a má qualidade das fotografias. Algumas fotografias são de alta qualidade, no entanto, e é possível ver estrelas nestas fotografias. É algo realmente estranho, considerando o fato que até mesmo nós daqui da Terra, podemos tirar fotos de estrelas com qualidade inferior e ainda assim podemos vê-las.

8 – A misteriosa pedra “C”
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Uma das mais famosas fotos dos pousos na Lua mostra uma rocha em primeiro plano com o que parece ser a letra “C” gravado nela. A letra parece ser quase perfeitamente simétrica, o que significa que é improvável que seja uma ocorrência natural. Tem sido sugerido que a pedra foi usada apenas para o cenário, e a letra “C” seria apenas uma marcação dos objetos de um set de filmagem. A cenógrafo poderia ter virado a rocha de forma errada, expondo acidentalmente a marcação.
Resposta da NASA: A NASA deu desculpas conflitantes para a letra, por um lado culpando o fotógrafo de ter adicionado a letra como uma brincadeira, enquanto que, por outro lado, dizendo que a tal letra pode ter sido simplesmente confundida com um fio de cabelo (ou seria um pentelho?) que ficou enroscado nela durante a ocasião da fotografia.

9 – O mistério das marcações nas fotografias
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As câmeras usadas pelos astronautas durante os pousos na lua tinham marcações (miras) que ajudavam os astronautas com a escala e direção das imagens. É possível vê-las na frente dos objetos em quase todas as fotografias, o que é normal. Algumas das imagens, porém, mostram claramente a cruz da mira “atrás” de objetos na cena, o que implica que as fotografias podem ter sido editadas ou adulterada após a captação. A fotografia mostrada acima, por exemplo, não é uma ocorrência isolada. Há muitas outras imagens que mostram os objetos na frente da marcação (mira) das fotos, incluindo uma fotografia da bandeira americana e outra do rover lunar usado por eles.
Resposta da NASA: Não há.

10 – Dois locais diferentes, a mesma paisagem
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Nas duas fotos da missão Apollo (mais acima) é possível observar claramente paisagens idênticas, apesar de serem oficialmente listadas pela NASA como tendo sido fotografadas a milhas de distância uma da outra. Uma das fotos mostra o módulo lunar, mas quando as fotografias foram capturadas, do módulo já havia saído de lá, assim como ele poderia estar lá em uma foto e desaparecer em outra? Bem, se você também é um teórico ‘hardcore’ da conspiração da missão Apollo na Lua, também vai achar que a NASA simplesmente usou o mesmo cenário de fundo ao filmar cenas diferentes de sua Lua cinematográfica.
A NASA tem sugerido que já a lua é muito menor do que a terra, os horizontes podem parecer aos olhos humanos serem significativamente mais próximos, quando que na verdade não são. Apesar disso, com base nas evidências dos teóricos, dizer que os dois montes visíveis nas fotografias estão a milhas de distância torna esta dúvida realmente plausível.

(Fonte: rockntech).

sexta-feira, 25 de março de 2016

Segredo do Triângulo das Bermudas pode ter sido revelado pela ciência

Nosso Planeta     22:54     No comments
Há muito tempo o Triângulo das Bermudas é considerado um local perigoso por muitos marinheiros e aviadores, que se impressionam com os mais diferentes eventos misteriosos do local, como o desaparecimento de embarcações e aeronaves.

São inúmeras histórias intrigantes sobre o local, que podem variar desde possíveis "portais dimensionais", até instabilidades magnéticas e alienígenas, porém não haviam muitas explicações científicas amplamente aceitas.

Grande segredo do Triângulo das Bermudas pode ter sido revelado pela ciência

Mas agora finalmente a ciência parece ter encontrado uma ótima explicação para os fenômenos estranhos no Triângulo das Bermudas: gases!

Pesquisadores da Universidade do Ártico, na Noruega descobriram que o fundo do mar em determinadas regiões, como no Mar de Barents, está cravejado de crateras gigantes que contém grandes bolsões de gás metano. Esse gás pode eventualmente escapar para a superfície, criando uma região de rarefação, e isso poderia afundar facilmente qualquer embarcação.

Vulcões submarinos

Na prática, o efeito dessas explosões de gás submarinas funcionariam como bolhas gigantes que seriam capazes de fazer navios afundarem repentinamente e, ao subir para a atmosfera, poderiam também desestabilizar aeronaves. Esses eventos rápidos e assombrosos são justamente o que faz tudo parecer tão misterioso!

Vulcões submarinos podem explicar Triangulo das Bermudas

Os pesquisadores agora se focam em descobrir o tamanho dessas explosões de gás, e seus efeitos diretos sobre grandes embarcações e aeronaves. Estudos complementares do leito oceânico na região do Triângulo das Bermudas também serão necessários

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Estação Espacial Internacional (ISS)

Nosso Planeta     22:24     No comments
                     Estação Espacial Internacional (EEI) – International Space Station (ISS)

A Estação Espacial Internacional (EEI), ou em inglês International Space Station (ISS), é uma estação espacial que orbita a Terra e tem estado permanentemente habitada por astronautas desde o dia 2 de Novembro de 2000.


A Estação Espacial Internacional é constituída por vários componentes que foram sendo acrescentados ao longo do tempo. O primeiro componente a ser lançado foi em 1998, nos anos seguintes foram sendo acrescentados muitos outros, e atualmente a Estação Espacial Internacional é o maior objeto artificial a orbitar o nosso planeta.

A EEI encontra-se numa órbita baixa, a rondar os 400 km de altitude, e pode ser vista a partir da Terra a olho nu. A velocidade da EEI é de aproximadamente 27.600 km/h, sendo que por dia completa quase 16 voltas à Terra.

A Estação Espacial Internacional envolve a colaboração de várias agências de diversos países, nomeadamente: NASA (Estados Unidos da América), Roscosmos (Rússia), CSA (Canadá), JAXA (Japão) e ESA (Europa).



A Estação Espacial Internacional também recebeu o primeiro astronauta lusófono, o brasileiro Marcos César Pontes, em 2006.

A EEI serve como laboratório em ambiente espacial e em microgravidade para diversos tipos de experiências científicas, como é o caso de experiências no campo da astronomia, física, biologia, entre muitas outras. A EEI permite que sejam realizados certos tipos de experiências que não seriam possíveis na superfície da Terra.

Como foi dito atrás, a Estação Espacial Internacional é visível a partir da Terra a olho nu. Porém é necessário saber quando é que a EEI (ou ISS) vai passar próximo de nós para a podermos ver. Para isso existem vários sites disponíveis que nos ajudam nesse aspecto.

A NASA disponibiliza essa informação no link que se segue: Spot The Station. Aqui precisamos de definir primeiro o país, depois a região ou estado, e a seguir a cidade onde estamos.

A NAVE RUSSA
1. A Soyuz está em atividade desde os anos 60. Usada para levar os astronautas até a ISS, ela carrega até três passageiros. Em emergências, pode ser usada para trazer astronautas de volta.

MÓDULO DE SERVIÇOS
2. Hora de dormir
Cada astronauta descansa dentro de um saco de dormir na vertical. Parece desconfortável, mas, pela falta de gravidade, o corpo não sente a diferença.

3. Comida de avião
Não existe cozinha, somente uma mesa que ajuda a evitar que colheres e garfos flutuem. Também não tem geladeira. Por isso, a comida chega enlatada ou desidratada.

4. Ida ao banheiro
No banheiro, a urina vai para uma mangueira (com uma das extremidades mais larga) e as fezes para um vaso com um buraco bem menor. É preciso ter boa mira para não fazer bagunça. No caso de acidentes, o banheiro guarda luvas e desinfetantes.

5. Malhação no espaço
A falta de gravidade tem um efeito desagradável: por não precisarem suportar o corpo, ossos e músculos podem ser danificados durante a viagem. "Exercícios físicos diários ajudam a reduzir problemas e restauram um pouco a perda de densidade óssea", conta o astronauta Marcos Pontes.

LABORATÓRIOS
6. A área de pesquisas
Existem três laboratórios na ISS: o americano, o europeu e o japonês. Neles, são realizados experimentos pautados por institutos do mundo inteiro. O Brasil, inclusive, já mandou oito.

7. Módulo pressurizado
O laboratório japonês, chamado de Kibo, é o maior da Estação. Ele abriga o Módulo Pressurizado, onde são realizadas experiências com microgravidade e radiação cósmica.

8. Complexo Exposto
Esta área é aberta, para experiências sem gravidade. Cabia ao Brasil produzir uma peça-chave aqui: uma plataforma onde os experimentos ficariam presos. Mas não entregamos no prazo e uma empresa americana teve de improvisar.

9. Brincando de girar
Pela falta de gravidade, ao desmontar alguma peça, partes pequenas podem sair voando pela Estação. Também é possível que, enquanto utiliza uma chave inglesa, se não estiver preso, o astronauta acabe girando com a ferramenta.

O PORÃO DA NAVE
10. Este pedaço era utilizado para mudar a posição da ISS. Atualmente, armazena suprimentos. O FGB (Functional Cargo Block, na sigla em inglês) foi a primeira peça da ISS a ser colocada no espaço.

ENTRADA E SAÍDA
11. Esta cabine é usada pelos tripulantes antes das caminhadas externas. É dentro dela que ficam os trajes espaciais e onde ocorre a despressurização.

USINA ESPACIAL
12. Os oito painéis solares que fornecem energia para a Estação medem 35 metros e contam com cerca de 32 mil células solares. Eles geram uma energia total de 84 KW, suficiente para abastecer cerca de 40 casas.

PORTA DE ENTRADA
13. Aqui, os ônibus espaciais americanos encaixam na estação.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Os 7 lugares mais assustadores do planeta

Nosso Planeta     13:51     No comments
1. Vale da Morte, Estados Unidos

O nome desse lugar tem um motivo: é o local mais quente e seco da América do Norte. Tem 225 quilômetros de puro deserto, com temperaturas na casa dos 46 graus Celsius – no entanto, em 1913, registros mostram que a temperatura por lá chegou a 57 graus.

2. Austrália
A Austrália é muito bonita – o problema é que por lá habitam verdadeiros monstros da vida real, como o bichinho “inocente” da foto. Esse é o crocodilo de água salgada, um dos bichos mais perigosos do lugar. Eles podem medir até sete metros e são muito agressivos. Também há as nativas cobras-marrons e cobras-tigre, que podem matar um humano em um único ataque (a Austrália é o único lugar do mundo onde há mais cobras venenosas do que não-peçonhentas). Além disso há os tubarões brancos, as águas vivas venenosas e várias aranhas perigosas.



3. África Central
Se você tem medo de tempestades, definitivamente deve evitar a África Central. Por lá os problemas são os raios. Como você pode ver no mapa, é o local no planeta que é mais atingido pelas descargas de eletricidade. Um raio comum carrega 30 mil amperes de carga, 100 milhões de volts e sua temperatura é de 27,760 graus Celsius.

4. Ilha Komodo, Indonésia
Você, com certeza, já ouviu falar do “dragão de Komodo” – é na Ilha Komodo que esses lagartões vivem. Apesar de eles não conseguirem ouvir sons de freqüência alta (como você gritando, apavorado, por exemplo), suas línguas conseguem sentir seu cheiro, mesmo a quilômetros de distância. Os dragões de Komodo comem de tudo – desde carniça até búfalos. Se os dentes serrilhados do dragão não conseguirem parti-lo em pedaços sua saliva, altamente tóxica e cheia de bactérias, irá matá-lo por intoxicação. Depois que matam a vítima, eles “limpam” sua carcaça, retirando os intestinos e os chacoalhando para livrá-los de fezes que podem ser contidas neles. Como os dragões são canibais, os mais jovens têm costume de rolar nas fezes, para que nenhum adulto tente atacá-los. O maior dragão de Komodo já encontrado media 3,13 metros e pesava 166 quilos.
5. Antártica
Durante o inverno, a Antártica fica no escuro. Desde o fim de março até setembro o Sol simplesmente não aparece por lá e a temperatura chega, em média, a 60 graus Celsius negativos. A estação Vostok, uma estação de pesquisa russa no local, gravou a temperatura mais baixa já sentida na superfície da Terra: 89,2 graus Celsius negativos. Isso explica porque a Antártica é o único continente sem população humana nativa.
6. Caverna Gomantong, Malásia
Como em um filme de horror, nessa caverna você pode ver a escuridão se movendo! Se milhões de morcegos não te assustam, as milhões de baratas com certeza farão isso. Elas se alimentam principalmente do “guano” – as fezes dos morcegos – mas sua dieta não inclui apenas isso: se qualquer animal cai no meio das baratas é devorado rapidamente, deixando para trás apenas os ossos.
7. Parque Nacional Madidi, Bolívia
Estamos acostumados a ficar no topo da cadeia alimentar, sempre. Mas nessa floresta quente e úmida a coisa não funciona bem assim: nós, humanos, podemos ser o jantar! Javalis correm por lá, capazes de despedaçar qualquer pessoa desprevenida, vermes tentam se banquetear da sua carne mesmo com você vivo, lombrigas infestam facilmente seu sistema digestivo e fungos atacam sua pele. Até mesmo algumas folhas e borboletas são venenosas e tocá-las pode causar dor por várias horas.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Poço de Jacó: Mais bonito e Perigoso Mergulho do Mundo

Nosso Planeta     22:49     No comments

Para aqueles que são movidos a fortes emoções e adoram sentir a adrenalina pulsar enquanto estão em meio a alguma aventura radical, aqui vai uma dica simplesmente imperdível: visite o Poço de Jacó.
 
O Poço está localizado em Wimberley, no Texas (EUA), e é sem dúvida um dos lugares mais perigosos do mundo. Baseado em uma referência bíblica, o poço já matou oito mergulhadores; no entanto, a julgar pelo número de caçadores de aventuras que visitam o local, esta informação parece no mínimo ser irrelevante.
 
Vista a partir da superfície, o poço parece inofensivo, tendo apenas quatro metros de largura com águas tranquilas, o que camufla os perigos que se escondem dentro dele. O poço também tem quatro câmaras que se estendem a vários metros abaixo da superfície, e este sim é o fator no qual deve ser levado com muita atenção.


A primeira câmara é uma queda em linha reta de aproximadamente 30 metros, e recebe luz solar o suficiente para manter algas e vida selvagem em seu interior.

 
Já a segunda câmara é muito mais profunda que a primeira, tendo quase 80 metros de profundidade, abriga uma falsa saída que é na verdade uma armadilha para qualquer mergulhador, desde um amador até o mais experiente.
 
Uma pequena abertura na segunda câmara serve de passagem para chegar até a terceira câmara igualmente profunda e perigosa. 



A entrada para a quarta câmara é uma passagem bem mais apertada. Poucos mergulhadores se arriscaram a explorá-la, e os que tiveram coragem acabaram nomeando o local como “caverna virgem”.
 
No fundo desta câmara existe uma fenda mínima. Estes níveis mais profundos são tão perigosos que até mesmo mergulhadores profissionais que tentaram, não conseguiram sair com vida. A última vítima conhecida foi Wayne Madeira Russell, um carteiro de Austin, EUA. Ele era também um mergulhador experiente, mas não conseguiu se librar das armadilhas do labirinto.


 Apesar do risco, o poço sempre atrai muitos mergulhadores, e é uma inspiração para os cientistas. David Baker, fazendeiro local, disse: “O Poço de Jacó é a essência da vida, a criação da água de todos os dias por milhares de anos. Mas também é um grande mistério, e que traz uma mitologia. Alguns se assustam com isso, e alguns se sentem atraídos por isso”.

 
Mesmo perigoso, a beleza do local é simplesmente incontestável.



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Vale dos Dinossauros - Paraíba

Nosso Planeta     18:09     No comments
Você sabia que o Vale dos Dinossauros é um dos mais importantes sítios arqueológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo?



Compreende uma área de mais 1.730 km2, abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão da Paraíba (Brasil), entre elas os municípios de Sousa, Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, São João do Rio do Peixe e Cajazeiras.
Os achados mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa.                                                              Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX.

Em toda a região, encontram-se rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura.                                                                                                           A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
Existe também (embora em menor quantidade), marcas petrificadas de gotas de chuva, plantas fósseis, ossadas parciais de animais pré-históricos e pinturas rupestres feitas pelos antigos habitantes.

Estas últimas localizam-se principalmente no Serrote do Letreiro (em Sousa) e Serrote da Miúda (municípios de São Francisco e Santa Cruz).
As marcas deixadas por esses animais pelo sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo também muitos turistas e curiosos de todo o mundo.

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Nosso Planeta é um blog sobre conhecimento gerais. Criado em 2014.
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